Economia

Portugueses poupam mais, mas sobra menos: para onde vai o dinheiro?

Os portugueses estão a poupar mais do que há uma década, os salários recuperaram algum poder de compra e o património das famílias atingiu níveis recorde. Mas a realidade do orçamento doméstico continua apertada: a habitação absorve quase quatro em cada dez euros gastos pelas famílias, cerca de 1,9 milhões de agregados continuam endividados e um em cada cinco contribuintes vive com apenas 625 euros por mês depois dos descontos para o IRS. Ao mesmo tempo, a poupança das famílias ultrapassou os 26 mil milhões de euros e a riqueza média disparou graças à valorização das casas. Depois de pagar a prestação da habitação, a alimentação, os transportes e os créditos, quanto sobra realmente ao fim do mês?
Teresa Cotrim31 Out
Portugueses poupam mais, mas sobra menos: para onde vai o dinheiro?

OE2027: Ministra atribui saldo negativo de 2.679 milhões do SNS a necessidades de financiamento

“É o saldo global de uma conta de necessidades que são estimadas, sem limite de ‘plafond’, inclui investimentos, saldo corrente, mais saldo de capital”, afirmou Ana Paula Martina na audição conjunta nas comissões de Saúde e de Orçamento, Finanças e Administração Pública no âmbito da discussão na especialidade da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).
OE2027: Ministra atribui saldo negativo de 2.679 milhões do SNS a necessidades de financiamento

OE2026: Excedente do Estado cai para 5.064 milhões até setembro

“O saldo global das Administrações Públicas, em termos homólogos, decresceu 1.238,5 milhões de euros, o que resultou do comportamento do saldo da Administração Central, com uma diminuição de 2.902,6 milhões de euros (-1.674,5 milhões de euros, sem o efeito dos pagamentos para regularização de dívidas do SNS)”, lê-se no documento divulgado pela Entidade Orçamental (antiga DGO - Direção-Geral do Orçamento).
OE2026: Excedente do Estado cai para 5.064 milhões até setembro

Governo mobiliza mais 10 milhões de euros para apoiar agricultores afetados pelos incêndios

Os fundos destinam-se ao restabelecimento do potencial produtivo das explorações que sofreram prejuízos significativos, nomeadamente em culturas permanentes, infraestruturas e equipamentos agrícolas. Entre as despesas elegíveis estão a recuperação de plantações e equipamentos, bem como intervenções em olivais e soutos, incluindo podas de regeneração, enxertias, tratamentos fitossanitários e fertilização.
Maria Teixeira Alves30 Out
Governo mobiliza mais 10 milhões de euros para apoiar agricultores afetados pelos incêndios