O Governo procura consensos mínimos junto dos parceiros sociais, sindicatos e patrões, para a nova lei laboral, e espera pelos resultados da segunda volta das presidenciais, a 8 de fevereiro, antes de avançar com as propostas na Assembleia da República. Sem data ainda para levar a proposta à mesa das negociações em concertação social, o compasso de espera tem em vista “uma definição da posição do Chega quanto à lei laboral”, avançou ao JE fonte próxima ao processo numa altura em que a ministra do Trabalho já garantiu que a reforma laboral avançará para o Parlamento mesmo que os parceiros sociais não cheguem a acordo.
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