A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em janeiro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em queda de 7,63%, para os 104,77 dólares.
O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, JD Vance, e o presidente Donald Trump manifestaram otimismo quanto a um possível acordo negociado para encerrar o conflito armado com o Irão, destacando avanços em conversas indiretas mediadas por terceiros. Trump associou o progresso diplomático a uma queda expressiva de quase 10 dólares no preço do barril de petróleo bruto, impulsionada pelo recuo nas expectativas de uma guerra.
A análise incidiu sobre 47 PPR com custos conhecidos. Destes, 12 apresentam encargos anuais iguais ou superiores a 2%, enquanto 41 cobram pelo menos 1,1% por ano. Já o custo mediano situa-se em 1,59%, nível que, segundo o estudo, absorve cerca de 80% da vantagem fiscal proporcionada pelo produto.
As maiores quebras na bolsa portuguesa vão para a NOS que desce 1,91% para os 5,40 euros, seguida pela Galp Energia que desliza 1,32% para os 21,76 euros, e os CTT desvalorizam 0,93% para os 6,37 euros.
Os ministros dos Assuntos Económicos e Financeiros juntamente com os governadores dos bancos centrais vão reunir-se até 19 de setembro em Dublin, numa altura em que a inflação continua a impulsionar a subida das taxas de juro. Por cá o Governo tem debate marcado no parlamento sobre o custo de vida no país, requerido pelo grupo parlamentar do Partido Socialista.
A Fomento – Fundos de investimento Imobiliário, SGOIC, recebeu parecer favorável da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) para ser enquadrada como gestora de grande dimensão, podendo agora operar acima do limiar de 500 milhões de euros.
Queda do petróleo traz otimismo sobre a inflação e faz bolsas dos EUA fecharam em alta nesta quinta-feira, um dia após o primeiro aumento de juros da Fed desde 2023.
Quanto ao West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, recuava à mesma hora 3,21%, para 101,26 dólares por barril. Durante a sessão, oscilou entre um máximo de 102,37 dólares e um mínimo de 99,1 dólares.
O PSI fechou a subir 1,37% nos 9.671,11 pontos, uma valorização de 1,37%. As ações que mais se destacaram pela positiva foram a EDP Renováveis, que subiu 2,16% para 12,79 euros, e a EDP, que valorizou 2,15% para 4,852 euros.
Segundo o analista de mercados as "bolsas norte-americanas seguem em alta, animadas pelo recuou das yields de dívida soberana e pela queda dos preços de petróleo".
A pressão mais imediata está a ir para os emitentes de crédito privado, assinalou a Morningstar DBRS, porque as taxas mais elevadas são "rapidamente transferidas" para as obrigações de dívida com taxa flutuante.
Durante a sessão de quarta-feira o preço médio do gasóleo esteve em valores recorde, de 2,157 euros por litro, enquanto a gasolina registou uma ligeira descida, para 2,069 euros por litro.
No conjunto, a mensagem deixada pela Reserva Federal é clara: a economia norte-americana continua suficientemente forte para suportar taxas de juro elevadas, enquanto a inflação permanece demasiado acima do objetivo para permitir uma mudança rápida para uma política monetária mais acomodatícia.
Os mercados inclinavam-se com elevada probabilidade para este cenário, dado que a inflação, apesar de alta, continua abaixo dos juros diretores, atualmente em 3,75%.
A Reserva Federal norte-americana (Fed) subiu as taxas de juro em 25 pontos base para o intervalo entre os 3,75% e os 4%. Os mercados "correm o risco de sobre-interpretar" o tom da conferência de imprensa de Kevin Warsh, que realçou a força da economia, destacou o responsável pelo BlackRock Investment Institute.
O rendimento do título de referência de 10 anos já está a cair quase dois pontos-base, para 4,988%, enquanto o rendimento do título de 30 anos recuou um ponto-base, para 5,341%. Já o título de dois anos foi o que mais caiu, três pontos-base, para 4,702%.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Mota-Engil que valoriza 1,10% para os 4,97 euros, seguida pelo Banco Comercial Português (BCP) que avança 0,72% para os 1,19 euros, e a Ibersol sobe 0,59% para os 10,26 euros.
Kevin Warsh voltou a rejeitar qualquer tipo de 'forward guidance', não incluindo uma vez mais as suas projeções macroeconómicas no exercício do FOMC, mas o mercado está a interpretar a subida da expectativa quanto à taxa terminal este ano como um sinal forte que os juros deverão subir pelo menos mais uma vez este ano. Trump, que pede cortes desde antes de regressar à Casa Branca, não se pronunciou.