A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em janeiro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em queda de 7,63%, para os 104,77 dólares.
O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, JD Vance, e o presidente Donald Trump manifestaram otimismo quanto a um possível acordo negociado para encerrar o conflito armado com o Irão, destacando avanços em conversas indiretas mediadas por terceiros. Trump associou o progresso diplomático a uma queda expressiva de quase 10 dólares no preço do barril de petróleo bruto, impulsionada pelo recuo nas expectativas de uma guerra.
A análise incidiu sobre 47 PPR com custos conhecidos. Destes, 12 apresentam encargos anuais iguais ou superiores a 2%, enquanto 41 cobram pelo menos 1,1% por ano. Já o custo mediano situa-se em 1,59%, nível que, segundo o estudo, absorve cerca de 80% da vantagem fiscal proporcionada pelo produto.
As principais bolsas norte-americanas abriram a sessão desta quarta-feira em terreno negativo, com o S&P 500 a recuar 0,14%, o Dow Jones Industrial Average a ceder 0,22% e o Nasdaq Composite a perder 0,26%, depois de o índice tecnológico ter atingido máximos históricos na véspera.
As principais praças europeias negoceiam no 'vermelho', a meio da sessão, apesar dos dados terem mostrado um aumento da atividade no setor privado na Zona Euro.
O valor de hoje é de 3,013%, mais 0,014 pontos que na terça-feira e o valor mais alto desde a sessão de 18 de outubro de 2024, quando estava nos 3,028%.
As maiores quebras na bolsa portuguesa vão para a EDP que quebra 1,65% para os 4,77 euros, seguida pela EDP Renováveis que desliza 1,06% para os 13,08 euros, e a REN cai 0,98% para os 3,52 euros.
Os investidores devem manter uma postura seletiva, reagindo sobretudo aos dados de atividade e a qualquer evolução diplomática que possa alterar as expectativas para os preços da energia e a trajetória das taxas de juro.
Acompanhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, Luís Montenegro acionou o sino que oficialmente encerrou as negociações do dia da bolsa situada em Wall Street. A cerimónia, organizada pela própria NYSE, foi apresentada como reconhecimento da trajetória económica e financeira de Portugal.
Wall Street apresentou desempenho misto na terça-feira, com leves quedas no Dow Jones e ganhos modestos tanto no S&P 500 quanto no Nasdaq, uma inversão em relação aos fortes ganhos de segunda-feira, que impulsionaram o Nasdaq a novos máximos históricos graças ao impulso da inteligência artificial (IA).
O contexto macroeconómico e geopolítico continua tenso. Em Nova Iorque, decorrem hoje as reuniões de alto nível da Assembleia Geral da ONU, onde o discurso de Donald Trump voltou a dominar a atualidade. O antigo presidente dos EUA voltou a ameaçar o Irão. Pela positiva anunciou que um acordo entre Rússia e Ucrânia para pôr fim à guerra será alcançado "rapidamente", antes do esperado.
A nota de mercado da MTrader sublinha que os investidores estão a avaliar a veracidade de notícias que dão conta de que o Irão se mostrou disponível para reabrir o Estreito de Ormuz se os Estados Unidos suspendessem o bloqueio aos seus portos, uma especulação que explica o alívio temporário nos preços do petróleo enquanto os mercados aguardam o discurso presidencial na ONU.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Jerónimo Martins que sobe 1,79% para os 18,21 euros, seguida pela EDP Renováveis que valoriza 0,93% para os 12,96 euros, e a Ibersol avança 0,60% para os 10,06 euros.
Decorre a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova Iorque. O primeiro-ministro português vai estar presente. Esta será a última sessão com a presença de António Guterres como secretário-geral da organização.