A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em janeiro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em queda de 7,63%, para os 104,77 dólares.
O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, JD Vance, e o presidente Donald Trump manifestaram otimismo quanto a um possível acordo negociado para encerrar o conflito armado com o Irão, destacando avanços em conversas indiretas mediadas por terceiros. Trump associou o progresso diplomático a uma queda expressiva de quase 10 dólares no preço do barril de petróleo bruto, impulsionada pelo recuo nas expectativas de uma guerra.
A análise incidiu sobre 47 PPR com custos conhecidos. Destes, 12 apresentam encargos anuais iguais ou superiores a 2%, enquanto 41 cobram pelo menos 1,1% por ano. Já o custo mediano situa-se em 1,59%, nível que, segundo o estudo, absorve cerca de 80% da vantagem fiscal proporcionada pelo produto.
A sessão fica marcada pela divulgação dos indicadores preliminares de atividade económica nos Estados Unidos e pela aproximação da cimeira entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping.
Os ganhos concentrados em tecnologia e semicondutores permitiram aos índices recuperar terreno após uma semana volátil. Os investidores seguem agora atentos à cimeira Trump-Xi e a eventuais desenvolvimentos que possam afetar o sentimento de risco e os preços da energia.
"O Grupo Novobanco é, a partir de hoje, a primeira plataforma de investimento em Portugal a colocar ao alcance dos seus clientes os ETFs UCITS da ARK Invest, a gestora norte-americana liderada por Cathie Wood, mundialmente conhecida por identificar cedo as empresas que viriam a redefinir setores inteiros — de Tesla, NVIDIA e Palantir até à SpaceX", lê-se no comunicado.
O alívio no crude deu fôlego às ações e provocou também uma descida generalizada nas yields da dívida soberana. A yield da dívida alemã a 10 anos, que serve de referência para toda a Zona Euro, recuou 6,32 pontos base para 3,45%. No mesmo prazo, a obrigação soberana portuguesa a 10 anos acompanhou o movimento e viu a sua yield descer 8,65 pontos base para 3,81%.
Os três principais índices norte-americanos abriram a primeira sessão da semana em terreno positivo, impulsionados pela descida que se sente nos preços do barril de petróleo.
Em agosto, os Certificados de Aforro captaram cerca de 753 milhões de euros, mantendo a trajetória de crescimento do investimento das famílias nestes produtos de poupança, cuja remuneração está indexada à Euribor.
As principais praças europeias negoceiam em terreno positivo, num dia marcado pela apresentação de bons indicadores da atividade na indústria e serviços da Zona Euro.
Os dados da empresa de análise de transporte marítimo Kpler, transcritos pelo Investing, revelam que as exportações de petróleo da Arábia Saudita, um dos maiores produtores mundiais da matéria-prima, estão acima dos quatro milhões de barris por dia até agora em setembro um valor superior os 2,4 milhões de barris por dia registados em agosto.
A Volkswagen continua a ser um dos maiores construtores automóveis do mundo, mas o mercado deixou de lhe atribuir uma avaliação compatível com essa escala industrial. O grupo espera faturar cerca de 315 mil milhões de euros este ano. Em bolsa vale apenas cerca de 0,12 vezes esse montante.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Sonae que cai 0,97% para os 2,04 euros, seguida pela REN que desvaloriza 0,84% para os 3,52 euros, e a EDP quebra 0,69% para os 4,77 euros.
Elon Musk, que lidera a SpaceX e a Tesla, amealhou mais 319,5 mil milhões de dólares (273,8 mil milhões de euros), entre 27 de julho de 2025 e 27 de julho de 2026, fazendo a sua fortuna subir de 405,6 mil milhões para os 725,1 mil milhões de dólares (347,75 mil milhões de euros e 621,68 mil milhões de euros).
Os mercados abrem a semana sob pressão de uma escalada geopolítica no Médio Oriente e na guerra Rússia-Ucrânia, combinada com o digestão do primeiro aumento de taxas da Reserva Federal desde 2023. Atenção centrada em Wall Street, índices europeus, obrigações soberanas, petróleo e dados macroeconómicos. Os analistas alertam que qualquer agravamento da situação no Médio Oriente ou novos ataques da Ucrânia e Rússia podem pressionar ainda mais o petróleo e as yields, aumentando a volatilidade nos mercados acionistas.
O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 95 cêntimos abaixo dos 104,82 dólares cm que encerrou as transações na quinta-feira.
O rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA a 10 anos voltou a subir e consolidou-se acima da barreira psicológica dos 5,00%, o que aumentou a pressão sobre o mercado de ações após o aperto monetário da Reserva Federal norte-americana no início da semana.
A pressionar fortemente o desempenho dos mercados esteve o setor automóvel, com a Volkswagen a tombar 5,58% depois de a fabricante alemã ter cortado a sua projeção de margem operacional, penalizada pela imparidade relacionada com a sua participação na Porsche AG, pela forte contração do mercado chinês e pelos custos associados à sua reestruturação.
O lançamento dos nossos ETFs Ativos de Ações Europa e Japão marca mais um passo importante na expansão da nossa plataforma de ETFs ativos, que continuamos a fazer crescer para responder à forte procura dos clientes", afirmou Tom Stephens, Head de ETFs da Schroders.
Os investidores norte-americanos abriram a última sessão da semana sem grandes alterações, enquanto digerem todos os dados apresentados esta semana e a situação geopolítica no Médio Oriente.