A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em janeiro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em queda de 7,63%, para os 104,77 dólares.
O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, JD Vance, e o presidente Donald Trump manifestaram otimismo quanto a um possível acordo negociado para encerrar o conflito armado com o Irão, destacando avanços em conversas indiretas mediadas por terceiros. Trump associou o progresso diplomático a uma queda expressiva de quase 10 dólares no preço do barril de petróleo bruto, impulsionada pelo recuo nas expectativas de uma guerra.
A análise incidiu sobre 47 PPR com custos conhecidos. Destes, 12 apresentam encargos anuais iguais ou superiores a 2%, enquanto 41 cobram pelo menos 1,1% por ano. Já o custo mediano situa-se em 1,59%, nível que, segundo o estudo, absorve cerca de 80% da vantagem fiscal proporcionada pelo produto.
Os juros da dívida francesa a 10 anos fecharam a semana anterior próximos de 5% e, com uma situação política pouco animadora, os mercados não estão otimistas. O euro caiu para mínimos de 17 meses face ao dólar como resultado e ainda deve recuar mais, fazendo soar os alarmes quanto a possíveis contágios a outros Estados-membros, mas Bruxelas e o BCE têm hoje ferramentas para conter crises de mercado que não existiam em 2012.
O alívio nos yields da dívida francesa, que recuaram cerca de 10 pontos-base para perto de 4,75%, ajudou a acalmar os nervos após as preocupações orçamentais em França e a convocação de eleições antecipadas em Espanha. Os dados de produção industrial alemã de agosto e a balança comercial francesa serão os principais indicadores do dia no continente.
Os principais índices acionistas dos Estados Unidos fecharam em máximos históricos nesta terça-feira, impulsionados por expectativas de resultados corporativos resilientes, perspetivas de gastos no setor da inteligência artificial e pela queda dos preços do petróleo.
De acordo com a nota de fecho de mercados do Millennium Investment Banking, “as bolsas europeias encerraram em alta, motivadas pelo alívio dos preços do petróleo e dos yields da dívida soberana. O PSI acompanhou o exterior, com o BCP e a EDPR, que recebeu um upgrade significativo, a liderarem os ganhos”.
"Há um risco de sermos gradualmente asfixiados pela subida das taxas de juro", avisou Emmanuel Moulin, em linha com alertas recentes que tem lançado sobre a falta de sustentabilidade das contas públicas da segunda maior economia europeia.
Em paralelo, a Paramount Skydance concluiu nesta terça-feira, 6 de outubro, a aquisição da histórica empresa de Hollywood Warner Bros. Discovery por 110 mil milhões de dólares (cerca de 98 mil milhões de euros ao câmbio atual), anunciou a empresa liderada por David Ellison em comunicado. O valor da operação foi avançado pela Bloomberg.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) divulgou esta terça-feira a terceira edição do Guia do Investidor, uma publicação dirigida a investidores não profissionais que pretende reforçar a literacia financeira e apoiar a tomada de decisões de investimento mais informadas.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Teixeira Duarte que avança 2,17% para os 0,47 euros, seguida pela EDP Renováveis que valoriza 1,95% para os 12,57 euros, e a Jerónimo Martins sobe 1,66% para os 17,11 euros.
Com os títulos do Tesouro dos EUA a 10 anos em máximos de 24 anos, a pressão sobre a dívida empresarial nos EUA está em alta e empurra os custos de financiamento para níveis não vistos em vários anos. Analistas alertam para riscos alargados ao sistema.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Ibersol que valoriza 1,44% para os 9,88 euros, seguida pela Sonae que avança 1,24% para os 2,04 euros, e a EDP sobe 1% para os 4,82 euros.
De acordo com a agência Bloomberg, que cita fontes familiarizadas com o projeto, a empresa chinesa pretende lançar as bases para "avaliar o sentimento dos investidores", através de reuniões preliminares que poderão ter início ainda este mês.
Wall Street pode tentar prolongar o momentum tecnológico se os yields estabilizarem, mas a Europa (França) e o petróleo continuam a ser fontes de risco. Os mercados estão sensíveis a qualquer sinal de escalada fiscal europeia ou de oferta de crude.
Múltiplos títulos voltaram a quebrar máximos de vários anos esta semana, incluindo os portugueses a 10 anos, que quebraram os 4%, mas os analistas têm algum otimismo quanto à capacidade dos orçamentos nacionais absorverem possíveis escaladas nos custos de financiamento.
A evolução dos principais índices deixa Wall Street em alta no arranque da semana, com o Nasdaq a apresentar a subida mais forte entre os três grandes índices norte-americanos.
A bolsa de São Paulo abriu hoje com tendência de subida, registando um salto de 7,88% na primeira sessão após as eleições brasileiras, em que Flávio Bolsonaro obteve uma vantagem de dois pontos percentuais sobre Lula da Silva. O filho do antigo Presidente Jair Bolsonaro propôs a eliminação de impostos e a adoção de medidas […]
Petrolífera portuguesa fechou a valorizar 1,66% esta manhã, a acompanhar tendência positiva do setor na Europa. Com esta revisão, o banco britânico coloca-se entre os mais otimistas do mercado face à cotada nacional. Segundo a Bloomberg, o preço-alvo médio atribuído pelo conjunto dos analistas que acompanham a Galp situa-se nos 23,47 euros por ação.
No comentário de fecho de mercados do Millennium investment banking, a casa de investimento salientou que o ânimo vespertino das bolsas europeias, impulsionado pela valorização do setor tecnológico em Wall Street
A maior produtora de petróleo do mundo avisou que os menos de 10% das reservas estão realmente disponíveis, uma vez que uma parte significa é necessária para manter as infraestruturas operacionais.