A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em janeiro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em queda de 7,63%, para os 104,77 dólares.
O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, JD Vance, e o presidente Donald Trump manifestaram otimismo quanto a um possível acordo negociado para encerrar o conflito armado com o Irão, destacando avanços em conversas indiretas mediadas por terceiros. Trump associou o progresso diplomático a uma queda expressiva de quase 10 dólares no preço do barril de petróleo bruto, impulsionada pelo recuo nas expectativas de uma guerra.
A análise incidiu sobre 47 PPR com custos conhecidos. Destes, 12 apresentam encargos anuais iguais ou superiores a 2%, enquanto 41 cobram pelo menos 1,1% por ano. Já o custo mediano situa-se em 1,59%, nível que, segundo o estudo, absorve cerca de 80% da vantagem fiscal proporcionada pelo produto.
Os dados dizem respeito às carteiras do Goldman Sachs. Entre julho e o início de outubro a exposição dos hedge funds às Sete Magníficas passou de 15% para quase 22%.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para o Banco Comercial Português (BCP) que valoriza 2% para os 1,11 euros, seguida pela Ibersol que avança 1,42% para os 9,99 euros, e a EDP Renováveis sobe 1,14% para os 12,46 euros.
Apesar das diferenças entre os mercados bolsistas dos Estados Unidos e de Portugal, que vão desde as suas dimensões até aos setores que os dominam, esta onda positiva que contagia os índices norte-americanos acaba por gerar um 'efeito de arrasto' na bolsa portuguesa na medida em que melhora o sentimento de risco dos investidores, assinalaram os analistas consultados pelo Jornal Económico (JE).
Os mercados enfrentam esta segunda-feira uma combinação de fatores de apoio — o potencial alívio nos preços do diesel com o acordo entre EUA e Rússia e o início da época de resultados das cotadas— e de risco, com a escalada no Médio Oriente a introduzir incerteza adicional sobre a oferta de energia e o apetite pelo risco.
O acordo sobre o pacote relativo à integração e supervisão dos mercados (MISP, na sigla inglesa) pretende facilitar o investimento transfronteiriço, reduzir os custos para as empresas financeiras e mobilizar a poupança privada para financiar as empresas e o crescimento económico.
O crude WTI avançou 0,04% para os 91,53 dólares. Mas ao cair do pano, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um acordo "transcendental" com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, para que a Rússia forneça "imediatamente" mais de 300.000 toneladas de combustível diesel ao mercado americano e global.
Esta foi assim uma sexta-feira de otimismo nas bolsas europeias, com o PSI a ser exceção, “ao registar perdas na grande maioria das suas cotadas”, sublinha a MTrader.
"Wall Street arranca em alta, em sintonia com o ambiente de otimismo que se vive nas bolsas europeias. O alívio dos preços do petróleo e de pressões sobre as yields de dívida soberana motivam os investidores esta sexta-feira", explicam os analistas do Millennium Investment Banking na habitual nota de mercados.
O principal índice português contraria as principais praças europeias, e regista perdas a meio da última sessão da semana. A Galp é quem mais penaliza o PSI, assim como o BCP e a NOS.
Dan Ivascyn, CIO da Pimco, alerta para os riscos de níveis sustentadamente acima de 5,5%, que já colocariam sob pressão ativos de risco como as ações, além de agravarem a probabilidade de um sell-off ainda mais generalizado das dívidas soberanas.
"Penso que, um dia, a Blue Origin fará um IPO [sigla inglesa que significa entrar em bolsa]; quando isso acontecerá exatamente, não sei", disse Jeff Bezos.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Mota-Engil que avança 1,70% para os 4,66 euros, seguida pela Ibersol que sobe 1,42% para os 10 euros, e a EDP Renováveis valoriza 1,23% para os 12,32 euros.
Trump assegurou esta quinta-feira que os EUA não voltarão a atacar o Irão até às eleições intercalares de 3 de novembro. A notícia fez abrandar as subidas do crude, que, mesmo assim, fecharam com valorizações expressivas. Em Lisboa Marco Rubio alertou para o risco de escalada da guerra na Ucrânia.
A transformação do mercado da defesa norte-americano surge após o anúncio, no final de setembro, da criação do Autonomous Warfare Command pelo Pentágono, para acelerar o desenvolvimento e a utilização de sistemas autónomos e robóticos.
O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 4,08 dólares acima dos 100,20 com que encerrou as transações na quarta-feira.
O Millennium Investment Banking sublinhou que a sessão foi globalmente negativa para as ações europeias, com os preços do petróleo a subirem mais de 5% e a agravarem os receios inflacionistas.
Petróleo, gás, cereais e metais industriais estão sob pressão, num mercado marcado pela escalada das tensões no Médio Oriente, pelo regresso do El Niño e pelo aumento da procura associada à transição energética. A Coface vê poucos sinais de inversão da tendência até ao final do ano.
Segundo o analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, “Wall Street arranca em baixa, depois dos índices Nasdaq 100 e S&P 500 terem atingido ontem o seu valor mais elevado de sempre”. O movimento de correção é atribuído à subida das yields das obrigações e à subida do petróleo, que condicionam o sentimento dos investidores.