A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em janeiro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em queda de 7,63%, para os 104,77 dólares.
O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, JD Vance, e o presidente Donald Trump manifestaram otimismo quanto a um possível acordo negociado para encerrar o conflito armado com o Irão, destacando avanços em conversas indiretas mediadas por terceiros. Trump associou o progresso diplomático a uma queda expressiva de quase 10 dólares no preço do barril de petróleo bruto, impulsionada pelo recuo nas expectativas de uma guerra.
A análise incidiu sobre 47 PPR com custos conhecidos. Destes, 12 apresentam encargos anuais iguais ou superiores a 2%, enquanto 41 cobram pelo menos 1,1% por ano. Já o custo mediano situa-se em 1,59%, nível que, segundo o estudo, absorve cerca de 80% da vantagem fiscal proporcionada pelo produto.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Mota-Engil que quebra 3,60% para os 4,49 euros, seguida pelos CTT que caem 2,59% para os 5,65 euros, e o Banco Comercial Português (BCP) desliza 2,24% para os 1,13 euros.
Segundo o líder do banco suíço, a crise da dívida soberana de França está ao mesmo nível do cenário vivido por países como Itália, Grécia e Portugal em 2011. Ermotti reforçou que, para remediar esta situação, não bastará a França aplicar meros ajustes pontuais, mas sim medidas orçamentais drásticas. O sinal deixado pelo sistema financeiro é claro: chegou a hora de a economia francesa também ter de enfrentar e engolir o "cálice da austeridade".
Um conselheiro do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta semana que esses fornecimentos de gasóleo à Rússia, vão "claramente contra" a política de sanções da Coreia do Sul, que considerou as declarações como "factualmente incorretas" e "inadequadas".
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Mota-Engil que desvaloriza 2,19% para os 4,56 euros, seguida pelo Banco Comercial Português (BCP) que quebra 2,11% para os 1,13 euros, e os CTT descem 1,47% para os 5,72 euros.
A marcar o dia está a entrega da proposta de OE2027 no Parlamento às 14h. Segue-se a apresentação do documento no Ministério das Finanças, a partir das 16h.
A pressionar o sentimento dos investidores estiveram ainda as atas da mais recente reunião da Fed. O documento revelou uma rara unanimidade: todos os 19 decisores votaram a favor do último aumento das taxas de juro, justificando a medida como um passo essencial para travar a aceleração dos preços.
O Tesouro dos EUA colocou 39 mil milhões de dólares em títulos a 10 anos e a procura chegou a 2,77 vezes a oferta, ajudando a fazer as yields recuarem dos máximos registados durante o dia.
Num contexto de elevada pressão nos preços combinada com forte crescimento, os membros da Fed consideravam apropriado, em setembro, voltar a subir taxas até final do ano. Entretanto, leituras fracas da inflação e criação de emprego fizeram recuar a probabilidade atribuída pelo mercado a nova subida este mês de 70% para apenas 17%.
A sessão desta quarta-feira, 7 de outubro de 2026, está a ser marcada por um aumento da aversão ao risco nos mercados financeiros. O euro encontra-se sob pressão, enfraquecendo face a todas as moedas do G10, enquanto os juros das obrigações soberanas continuam a subir e a forte valorização dos preços do petróleo pesa sobre as bolsas europeias, que negoceiam maioritariamente em terreno negativo.
No seu comentário de fecho de mercados, o Millennium investment banking destacou que "a banca é quem mais perde no dia em que juros derrubam bolsas". A instituição sublinha que as bolsas europeias foram marcadas por nova subida dos juros de dívida soberana, com especial destaque em França e nos EUA, num contexto em que as atenções estão voltadas para as atas da última reunião da Fed.
A Euronext defende a criação de um conselho executivo na Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados (ESMA) com poderes claros para tomar decisões de supervisão, considerando que uma estrutura de governação mais forte e eficiente permitirá reforçar a responsabilização, a especialização e a rapidez das decisões.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Altri que quebra 3,02% para os 4,33 euros, seguida pelo Banco Comercial Português (BCP) que desce 2,44% para os 1,16 euros, e a EDP Renováveis desliza 1,75% para os 12,33 euros.
O Banco Comercial Português (BCP) foi o emitente com maior peso no PSI, representando 16,91% do índice, seguido da EDP, com 12,63%, e da Galp, com 11,95%.
"As yields mais altas estão a dar suporte ao dólar, ao mesmo tempo que aumentam o custo de oportunidade de deter ativos que não geram rendimento, como o ouro, criando assim uma dupla pressão sobre o metal precioso", disse o CEO da ActivTrades Europe, Ricardo Evangelista.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para os CTT que desvalorizam 0,84% para os 5,87 euros, seguido pela EDP Renováveis que desliza 0,64% para os 12,47 euros, e o Banco Comercial Português (BCP) que desce 0,63% para os 1,18 euros.