A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em janeiro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em queda de 7,63%, para os 104,77 dólares.
O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, JD Vance, e o presidente Donald Trump manifestaram otimismo quanto a um possível acordo negociado para encerrar o conflito armado com o Irão, destacando avanços em conversas indiretas mediadas por terceiros. Trump associou o progresso diplomático a uma queda expressiva de quase 10 dólares no preço do barril de petróleo bruto, impulsionada pelo recuo nas expectativas de uma guerra.
A análise incidiu sobre 47 PPR com custos conhecidos. Destes, 12 apresentam encargos anuais iguais ou superiores a 2%, enquanto 41 cobram pelo menos 1,1% por ano. Já o custo mediano situa-se em 1,59%, nível que, segundo o estudo, absorve cerca de 80% da vantagem fiscal proporcionada pelo produto.
Os principais índices norte-americanos contrariam o sentimento europeu na abertura de sessão, e regista ganhos. O dia norte-americano vai ser marcado pelos dados da atividade da indústria.
As principais praças europeias seguem no 'vermelho', penalizadas pela nova subida do preço do petróleo e pelas discussões no governo francês de reduzir o défice orçamental.
Nos EUA, foram as maturidades a dez e 30 anos a quebrarem novos recordes, enquanto no Reino Unido as gilts a trinta anos registaram máximos não vistos desde 1998. Em França, a apresentação do orçamento levou a um disparo de 11 pontos base, ao passo que Japão e Alemanha também vão negociando em valores não vistos em largos anos.
No final de setembro, apenas três empresas do PSI estavam abrangidas por posições de venda a descoberto superiores a 0,5% do capital social: a Mota-Engil, com 1,5%, o BCP, com 1,7%, e a Ibersol, com 0,5%. A NOS, a Navigator, a Altri e a Teixeira Duarte deixaram de estar abrangidas por posições de short selling acima daquele limiar, segundo a Maxyield.
O banco liderado por Miguel Maya descia mais de 2% nas primeiras horas de negociação, num contexto de pressão sobre a banca europeia. Apesar da evolução em bolsa, o Oddo BHF e o Goldman Sachs atualizaram em alta os respetivos preços-alvo para o BCP.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Sonae que quebra 2,38% para os 2,05 euros, seguida pela NOS que desce 2,14% para os 5,26 euros, e os CTT deslizam 2,03% para os 6,02 euros.
Às 06:00, o Brent, referência europeia para o crude, negociava em queda significativa numa sessão que marcou a transição do contrato de futuros de novembro para dezembro.
O último trimestre de 2026 arranca com o mercado a precificar três choques em simultâneo: o Tesouro americano em máximos de 19 anos, a crise orçamental francesa sem rede do BCE e uma escalada Rússia-NATO que volta a colocar um prémio de guerra nos ativos.
O dia ficou marcado pela divulgação dos dados da inflação nos Estados Unidos, que ficaram abaixo das previsões dos analistas. O índice de preços das despesas de consumo pessoal (PCE) — a principal medida de inflação acompanhada pela Reserva Federal (Fed) — subiu 0,3% em agosto face ao mês anterior, depois de um aumento de 0,1% em julho (valor entretanto revisto em baixa). O resultado ficou abaixo dos 0,4% esperados pelos economistas consultados pela Reuters.
O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 94 cêntimos acima dos 102,59 dólares com que encerrou as transações na terça-feira.
As bolsas europeias até arrancam em alta, mas acabaram em baixa. A indicação de que a inflação em França e em Itália escalou mais que o previsto em setembro parece ter pesado no sentimento, que foi agravado por nova subida dos preços do petróleo, apesar de notas do JPMorgan e do Goldman Sachs darem conta de que os fluxos de petróleo do Médio Oriente estão a regressar aos níveis pré-guerra, referem os analistas da MTrader.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) aplicou duas coimas que, no conjunto, ascendem a 50.000 euros, embora ambas tenham ficado parcialmente ou totalmente suspensas, no âmbito de cinco processos de contraordenação divulgados esta quarta-feira. As decisões, publicadas em regime de anonimato, incluem ainda duas admoestações e uma segunda coima de 12.500 euros, também suspensa.
Assim, o Dow Jones somou 0,10% para 51.400,58 pontos, o S&P 500 ganhou 0,30% para 7.694,36 pontos e o tecnológico Nasaq valorizou 0,47% para 26.924,56 pontos.
A GPW foi a primeira bolsa da região a ser classificada como mercado desenvolvido pela FTSE Russell. Atualmente contam-se mais de 400 empresas cotadas. O índice de referência WIG20, composto pelas 20 maiores e mais líquidas sociedades, é o principal barómetro do mercado polaco.
A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, recuou hoje, ao ser fixada em 3,074%, menos 0,029 pontos que na terça-feira.
O índice do dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana face a outras moedas, onde se inclui o euro, chegou ao seu nível mais elevado desde julho.
A BlackRock considera que o "Made in China 2.0" tem um "aspeto diferente". O apoio estatal ajudou o país asiático a "ganhar rapidamente" quota de mercado em sectores de ponta, como os veículos elétricos, a maquinaria avançada e a inteligência artificial (IA), "cada vez mais sustentada" pelas suas próprias cadeias de abastecimento.
Para o quarto trimestre deste ano, o IGCP prevê emitir OT através de uma combinação de sindicatos bancários e leilões, com colocações esperadas entre 1.000 e 1.250 milhões de euros por operação.