Justiça

Antigo PGR critica uso excessivo de escutas na investigação criminal

Em entrevista ao programa Hora da Verdade, da Rádio Renascença e do jornal Público, José Cunha Rodrigues, antigo procurador-geral da República, considera ainda um “exagero” a comissão parlamentar de inquérito ao caso das gémeas e diz que não se pode falar de campanhas contra a atual PGR, Lucília Gago e o Ministério Público.
Almerinda Romeira18 Jul
Antigo PGR critica uso excessivo de escutas na investigação criminal

Provedora de Justiça critica Sistema de Saúde da Madeira por tempos clínicos acima do aceitável

A Provedora de Justiça, Maria Lúcia Amaral, referiu num relatório à Assembleia da República que existem queixas sobre o "longo tempo de espera (superior a três anos) no acesso a consultas e cirurgias de ortopedia". É ainda dito que a inexistência de Tempos Máximos de Resposta Garantidos, "amplifica as dificuldades" no acesso às prestações de saúde em tempo "adequado" e que há "ausência de articulação" entre os sistemas nacional e regional de saúde.
Ruben Pires16 Jul
Provedora de Justiça critica Sistema de Saúde da Madeira por tempos clínicos acima do aceitável

Joana Marques Vidal “desempenhou um relevante papel na sociedade portuguesa”

Numa nota publicada no site oficial da presidência, Marcelo Rebelo de Sousa escreve que a ex- Procuradora-Geral da República “granjeou o respeito e o apoio de pares, subordinados e da sociedade em geral, nunca deixando de se dedicar a uma pedagogia democrática, com destaque para a participação cívica e a defesa dos direitos fundamentais”.
Redação9 Jul
Joana Marques Vidal “desempenhou um relevante papel na sociedade portuguesa”

Tribunal Supremo de Angola confirma condenações no caso “500 milhões”

No acórdão de conformação hoje divulgado, o  TS reanalisa os elementos de prova, alegações dos arguidos e Ministério Publico, bem como a carta com o depoimento de José Eduardo dos Santos, concluindo que o facto do antigo presidente angolano ter autorizado a transferência dos 500 milhões de dólares “não exclui a responsabilidade na prática dos factos, pois tal não significa que o chefe do executivo tivesse conhecimento pleno ou parcial da intenção dos arguidos”.
Tribunal Supremo de Angola confirma condenações no caso “500 milhões”