Portugal continua a captar investimento e a manter uma posição relevante no mapa europeu. O desafio já não é atrair atenção. É transformar essa confiança em crescimento, inovação e competitividade duradoura.
Portugal tem recursos renováveis abundantes, uma posição estratégica no Atlântico e uma vasta Zona Económica Exclusiva. Tem, portanto, condições excecionais para captar investimento de valor acrescentado nos setores decisivos para o crescimento, a transição energética e a autonomia tecnológica europeia. Mas ter potencial não basta. É preciso conseguir transformá-lo em projetos.
A “Internet of things” está a começar a revolucionar a forma como a indústria automóvel, a indústria aeroespacial e a forma como os fabricantes de equipamento industrial produzem e mantêm de forma sustentada os seus produtos.
O estudo EY “Dealing in a Digital World”, efetuado com base em 600 entrevistas a executivos de empresas não tecnológicas, procurou entender qual a visão dos seus executivos para a Era Digital e permitiu à EY a acompanhar os interesses e preocupações dos seus clientes.
Depois de 2016 ter sido um dos melhores anos para a concretização de negócios, é expectável que as áreas de M&A (Aquisições e Fusões) continuem a crescer em 2017, como forma rápida de inovação e globalização, trazendo os executivos para a mesa de negociações
Com o objetivo específico de relançar o investimento em tecnologia, inovação e assim contribuir para a competitividade económica das empresas, no passado dia 7 de abril, foram lançados os concursos para a apresentação de candidaturas ao Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva.
Os retalhistas têm também cada vez mais acesso a enormes quantidades de informação sobre os consumidores, os quais, por sua vez, alteram cada vez mais rapidamente preferências de consumo, fruto de um maior empowerment pela informação a que rapidamente têm acesso por via da tecnologia ao seu dispor - Anything, Anytime, Anywhere!
Corrupção, fraude, apropriação de bens, desvio de fundos… são todas palavras com conotação pesada e que na nossa cultura, na nossa forma de ver o mundo e na nossa tentativa de entender a natureza humana nos fazem geralmente optar por fazer de conta que não vemos, que não nada tem a haver connosco, preferindo evitar quase sempre enfrentar essas situações e contribuir para a sua eliminação.
À medida que o mundo vai mudando, impulsionado por forças globais com impactos nos negócios e na economia, também os desafios para as entidades governamentais são crescentes.
Conjuntura política e económica imprevisível e alterações regulamentares estão entre as principais causas que levam as empresas a desinvestir de acordo com o Global Corporate Divestment Study de 2017 da EY – a sexta edição de um survey anual a mais de 900 executivos em todo o mundo (ey.com/divest).
Durante muitos anos, os construtores de automóveis dispunham de vantagens estratégicas clássicas que protegiam os seus modelos de negócio: marcas de confiança, manufatura de excelência, regulamentação protecionista e escala.
A divulgação do projeto de lei-quadro referente à transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais, não tem sido isenta de fortes discussões e discordâncias, em especial no seio municipal.
A introdução de mecanismos automatizados (vulgarmente denominados robotics ou automation tools) na rotina diária das empresas é uma consequência inevitável do avanço social e tecnológico dos dias de hoje.
Entraram recentemente em vigor as mais recentes alterações ao Estatuto do Medicamento e ao regime legal dos dispositivos médicos, as quais têm como objetivo reforçar as políticas de transparência e os mecanismos de regulação no setor.