Portugal continua a captar investimento e a manter uma posição relevante no mapa europeu. O desafio já não é atrair atenção. É transformar essa confiança em crescimento, inovação e competitividade duradoura.
Portugal tem recursos renováveis abundantes, uma posição estratégica no Atlântico e uma vasta Zona Económica Exclusiva. Tem, portanto, condições excecionais para captar investimento de valor acrescentado nos setores decisivos para o crescimento, a transição energética e a autonomia tecnológica europeia. Mas ter potencial não basta. É preciso conseguir transformá-lo em projetos.
A diferença no mundo cada vez mais descentralizado de hoje é que a inovação tecnológica está a permitir - e exige - ajustes em tempo real. Os operadores do sistema elétrico podem equilibrar instantaneamente uma infinidade de recursos de geração distribuída a partir das necessidades da rede.
É indiscutível a existência no mundo dos negócios e nos mais diversos países e setores, do risco de suborno. Aliás, segundo o Fraud Survey EY 2017, a realidade é a de que mais de metade dos profissionais portugueses entrevistados afirma concordar que o suborno ocorre em Portugal e que já teve conhecimento de situações concretas desta natureza.
Perante a ameaça de uma aparente necessidade de legitimidade acrescida para o Regime de Residentes Não Habituais (RNH) aplicável a não residentes, devido à ofensiva dos países nórdicos contra o tratamento fiscal dos reformados, depara-se-nos uma oportunidade.
O recurso ao outsourcing tem vantagens claras do ponto de vista da redução e custos e da flexibilização das operações, evitando a alocação de recursos a tarefas que não se traduzem em vantagens competitivas ou permitindo rapidamente escalar operações para dar resposta a campanhas ou a flutuações de mercado.
Estejam as empresas no sector imobiliário, na hotelaria, na construção ou em qualquer outro, as escolhas que se fizerem hoje posicionarão as empresas como líderes de mercado ou como dinossauros na era do digital.
Incentivo à introdução de novas tecnologias no setor pode ser um caminho mais sustentável para a criação de um mercado mais competitivo e mais gerador de valor para o cliente final.
Na sequência do Programa Capitalizar, entre outras medidas, foram introduzidas alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE), nomeadamente, no âmbito do Processo Especial de Revitalização (PER), tendo também sido criado o Regime Extrajudicial de Recuperação de Empresas (RERE), em substituição do SIREVE.
O outsourcing de atividades recorrentes que não fazem parte da essência do negócio ou que não resultam em diferenciação para o cliente é uma aposta normal para os gestores.
Os gastos de financiamento são fator chave e as alterações que têm vindo a ser introduzidas em sede de política fiscal têm vindo alterar a atratividade do financiamento através capital próprio.
Muito se tem falado e escrito acerca de Cidades Inteligentes, as “Smart Cities” chegaram e, invariavelmente, quando se aborda o tema, há um sem número de expressões que surgem, tais como: “Data Lakes”, “IoTs”, “Chat Bots” e “Smart Metering”.
Para efeitos do apoio à reabilitação urbana, são elegíveis as intervenções de reabilitação integral de edifícios com idade igual ou superior a 30 anos.
Os recentes casos de violação de dados alertaram os executivos das empresas de todos os setores para a necessidade de colocar a cibersegurança como um assunto prioritário nas suas agendas.