Portugal continua a captar investimento e a manter uma posição relevante no mapa europeu. O desafio já não é atrair atenção. É transformar essa confiança em crescimento, inovação e competitividade duradoura.
Portugal tem recursos renováveis abundantes, uma posição estratégica no Atlântico e uma vasta Zona Económica Exclusiva. Tem, portanto, condições excecionais para captar investimento de valor acrescentado nos setores decisivos para o crescimento, a transição energética e a autonomia tecnológica europeia. Mas ter potencial não basta. É preciso conseguir transformá-lo em projetos.
O estudo “O mundo rural e o desenvolvimento económico e social de Portugal: uma agenda para o futuro”, apresentado na semana passada pela EY-AM&A, na Casa do concelho de Idanha a-Nova (Lisboa), preconiza um renovado olhar sobre a ruralidade portuguesa.
Na 17ª edição do Global Capital Confidence Barometer da EY, foram inquiridos mais de 3.000 executivos quanto às suas perspetivas sobre o desempenho económico, estratégias de crescimento e atividade de M&A, num contexto de recuperação económica e transformação digital.
O termo smart aplicado ao Governo poderá ter sido utilizado antes mesmo das, já sobejamente faladas e tratadas em diversos artigos de opinião, SmartCities, antes mesmo da utilização massiva de tecnologia, e seguramente antes da internet.
No passado dia 1 de julho entrou em vigor a nova estrutura do ficheiro SAF-T (PT) que visa fundamentalmente permitir a simplificação do preenchimento dos Anexos A e I da IES, uma das medidas previstas no Simplex+.
Algumas das alterações foram motivadas pelas medidas de combate à erosão da base tributária e ao desvio de lucros para jurisdições de baixa tributação.
Segundo as noticias que têm vindo a público, a proposta de orçamento do Estado para 2018 contempla 10.289 milhões de Euros para a Saúde, mais 2,4% face à despesa real estimada para 2017.
Cabo Verde pretende imprimir uma maior dinâmica ao mercado interno, através da criação de novas oportunidades de negócios e de investimentos para o sector privado.
A concorrência no seio do setor da Tecnologia, Media e Telecomunicações (TMT) é cada vez maior, com crescentes expetativas da sociedade relativamente aos benefícios (e desafios) que o ambiente digital poderá proporcionar.
O setor de TMT em Portugal, mais concretamente na área das telecomunicações, tem apresentado, nos últimos anos, sinais de elevada maturidade, com previsões de crescimento longe de serem otimistas para os próximos anos, agravado por elevadas taxas de penetração já alcançadas e um elevado número de usuários com planos pré-pagos e baixos níveis de despesa discricionária.