Portugal continua a captar investimento e a manter uma posição relevante no mapa europeu. O desafio já não é atrair atenção. É transformar essa confiança em crescimento, inovação e competitividade duradoura.
Portugal tem recursos renováveis abundantes, uma posição estratégica no Atlântico e uma vasta Zona Económica Exclusiva. Tem, portanto, condições excecionais para captar investimento de valor acrescentado nos setores decisivos para o crescimento, a transição energética e a autonomia tecnológica europeia. Mas ter potencial não basta. É preciso conseguir transformá-lo em projetos.
A escala de suborno e da corrupção não revelou qualquer melhoria a nível global desde 2012, isto apesar de nunca ter havido tanta atividade regulamentar e de fiscalização desde então.
A criação de instrumentos que contribuam para traduzir o conhecimento gerado nas universidades em novos produtos, processos e tecnologia, é fundamental no percurso para Portugal se assumir uma referência em termos de inovação e competitividade. Mas o que tem sido feito nesta área?
À medida que a sociedade vai desenvolvendo a sua faceta digital, muitas empresas vêem-se confrontadas com a necessidade de integrar na sua operação as inovações que desenvolveram ad-hoc.
A aprendizagem automática (machine learning) ganha um espaço cada vez maior nas soluções de software adotadas pelas organizações com o objetivo de mitigar novas ameaças.
O regime das tributações autónomas, em sede do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (“IRC”), surgiu na década de 90, aplicando-se, na altura, apenas às despesas confidenciais ou não documentadas.
Os conceitos de machine learning e de inteligência artificial existem há décadas. Há mais de 20 anos, Kasparov perdeu uma partida de xadrez contra o Deep Blue, após ter vencido, um ano antes, uma versão menos avançada do supercomputador.
Melhorar a experiência do cliente deverá continuar a ser a prioridade estratégica número um para as empresas da era do consumidor. Mas o que as está a impedi-las de conseguir de estar à altura do desafio?
O Orçamento de Estado para 2018, através da Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro, aprovou uma nova obrigação declarativa mensal em sede de imposto do selo.
A OCDE apresentou em 2013 o plano de ação Base Erosion and Profit Shifting Action Plan (plano de ação BEPS), o qual visa o combate à erosão das bases tributárias e à transferência de lucros para jurisdições de menor tributação e se destina a ser implementado nas legislações domésticas de cada país e nas respetivas Convenções para Evitar a Dupla Tributação (CDT).
As cidades verdadeiramente inteligentes são as que têm uma estratégia que enderece os seus problemas específicos, com investimentos sustentáveis, e que leve em consideração os programas políticos sufragados pelas suas populações.
O fim do primeiro trimestre de 2018 representou para muitas das empresas o encerramento do processo de fecho de contas relativo ao exercício anterior, sendo agora necessário perspetivar os desafios do próximo ano.
A forma como hoje consumimos viaturas privadas tem um elevado custo, ao nível do tempo desperdiçado, poluição produzida, tráfico gerado e espaço público ocupado.
Foi publicado recentemente o Índice de Perceção da Corrupção (IPC) da Transparency International de 2017, onde Portugal aparece em 29º, num total de 180 países, e à frente de Espanha (42º), Itália (54º) e Grécia (59º).
O papel que as empresas de tecnologia, media e telecomunicações (TMT) têm como guardiãs de grandes volumes de dados dos consumidores (customer data), faz com estejam entre as mais afetadas pela Regulamentação Geral de Proteção de Dados (GDPR).
Nos últimos meses, o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD ou GDPR) tem assumido progressivamente um lugar de destaque nas agendas das organizações.