Trabalho

Reforma laboral aprovada pode gerar “desemprego massivo” e acelerar emigração de qualificados, defende USI

Paulo Gonçalves Marcos considera que o diploma, que seguirá agora para a Assembleia da República, mantém uma visão "punitiva" para os trabalhadores. "Se o anteprojeto do Governo passar nos moldes que se conheceram, iremos ter desemprego massivo, baixa de remunerações, aumento da emigração dos mais qualificados e o reforço do padrão de especialização em sectores de mão-de-obra intensiva e mal paga", afirma, numa crítica que abrange tanto a substância da proposta como o próprio processo de concertação social.
Maria Teixeira Alves15 Mai
Reforma laboral aprovada pode gerar “desemprego massivo” e acelerar emigração de qualificados, defende USI

Luís Montenegro diz que país precisa de “sindicalistas com arrojo”

“Vamos agora para o parlamento discutir este ponto e eu espero que se tenha a profundidade que não se teve na Concertação Social por razões que eu não sei explicar, mas não são do interesse dos trabalhadores e, muito menos, são dos jovens trabalhadores, porque, com a rigidez de algumas regras, a possibilidade de haver bons projetos para vocês terem bons percursos, bons salários, está limitada”, afirmou Luís Montenegro.
Luís Montenegro diz que país precisa de “sindicalistas com arrojo”

UGT decide hoje revisão da lei laboral com novo chumbo à espreita

A lei laboral está em suspenso, com a expetativa da reunião da UGT desta quinta-feira poder definir um acordo, após nove meses de negociações. Mas os sinais apontam já para rejeição do pacote laboral após encontro com Seguro. Dirigentes da central sindical já se posicionaram contra. Com novo chumbo, proposta de alterações ao Código do Trabalho segue para o Parlamento.
UGT decide hoje revisão da lei laboral com novo chumbo à espreita

CIP desafia sindicatos a indicarem “em que artigo e página” estão medidas que apontam como indignas

"Estamos a desafiar todos para que digam em que artigo e em que página é que estão aquelas ‘profundas alterações’ que ‘prejudicam o trabalhador’ e ‘quebram a sua dignidade’, nomeadamente a possibilidade de despedimento arbitrário, a diminuição dos direitos da maternidade e da paternidade ou o trabalho gratuito", atirou Armindo Monteiro.
CIP desafia sindicatos a indicarem “em que artigo e página” estão medidas que apontam como indignas

UGT diz “não” à lei laboral

Após mais de oito meses de negociações e 53 reuniões tripartidas entre Governo, patrões e central sindical, não há acordo nas alterações à lei laboral. "UGT chumba por unanimidade a última proposta do governo e apela à continuação das negociações", diz fonte oficial da UGT ao JE.
UGT diz “não” à lei laboral

Lei laboral. Parceiros mais próximos nos temas “quentes” e ministra não descarta acordo em breve

Patrões, UGT e Governo voltaram às negociações e à primeira reunião houve logo acordo condicional em pontos sensíveis como a duração mínima dos contratos a termo, revelou a CIP. A ministra do Trabalho afirma que um acordo no próximo encontro “depende da dinâmica” dos parceiros sociais. Todos, sem exceção, mostraram-se confiantes, reconhecendo que o diálogo melhorou. CGTP protestou em frente ao Ministério do Trabalho.
Lei laboral. Parceiros mais próximos nos temas “quentes” e ministra não descarta acordo em breve