É renovado o incentivo fiscal para empresas que aumentem salários em 4,5% e prolongada isenção de IRS e TSU nos prémios de produtividade e de desempenho.
Não haverá futuro sem que sejam criadas as melhores condições para uma sociedade civil criativa, empreendedora e inovadora, com um Estado forte e eficiente.
A economia americana continua dopada em défice orçamental insustentável. Se se soltam os travões muito cedo, ela pode ressuscitar, talvez não ao terceiro dia, mas ao terceiro mês.
Segundo o relatório de atualização das perspetivas económicas, hoje publicado, a organização reviu os valores, face aos apresentados em junho e nos quais apontava para um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) português de 2,5% este ano e de 1,5% em 2024.
"Esta é uma caminhada de oito anos, oito anos de avanços, de avanços no salário mínimo, de avanços nas pensões, de avanços de reduções nas taxas e desdobramentos dos escalões do IRS", sublinhou o governante.
A medida estava prevista no reforço do acordo de médio prazo de melhoria dos rendimentos, assinado em outubro com a maioria dos parceiros sociais, à exceção da CIP - Confederação Empresarial de Portugal e da CGTP.
O país está a perder muitos jovens qualificados, e mesmo talentos, para os quais se deve criar uma política de incentivos, como foi o caso de Espanha. Mais, as empresas também têm de criar essa abertura aos jovens.
Mais de metade (56%) dos inquiridos pela Factorial no âmbito de um estudo sobre retenção de talento em Portugal, considera que "um salário competitivo e justo é a melhor ação" para o conseguir.
"Aquilo que se exige é aumento de salários e aumentos de pensões, aquilo que se exige são medidas concretas que dêem respostas aos problemas gravíssimos que se enfrentam no quadro da habitação e em particular no Serviço Nacional de Saúde", sublinhou o líder do PCP.
O quadro regulatório vigente em Portugal permite, com as limitações conhecidas, a implementação de soluções de pagamento de salários em criptomoedas, tão desejadas pelas gerações mais jovens.
Segundo o estudo O Estado da Compensação 2023, divulgado esta quarta-feira pela Coverflex, mais de metade os inquiridos defende uma política salarial transparente com a afixação dos salários nas empresas.
A subida nos ordenados prevista para o sector de ciências da vida, ciências médicas e farmacêuticas em 2024 situa-se, em média, nos 3,6%, de acordo com uma análise da Mercer Portugal. Dois em cada dez pretendem também aumentar o número de colaboradores ainda este ano.
O BE Madeira defendeu uma subida generalizada dos salários de modo a inverter o ciclo de pobreza e combater as desigualdades, considerando que o Governo e as empresas têm uma responsabilidade acrescida nesta matéria.
Existe disponibilidade do Governo para corrigir o disposto na proposta do OE2024 de que rendimentos a partir do oitavo patamar passem a pagar mais 2,5% de IRS, de acordo com informação avança pelo ECO esta quinta-feira.
“Eu acho que todos os portugueses e os médicos, incluindo, têm consciência de que quando nós estamos a propor aumentos salariais, que são nuns casos de 23%, noutros casos de 32% e, noutros casos, […] o aumento é mesmo de 50%. Não estamos a falar de aumentos que se possam desvalorizar”, disse Manuel Pizarro.
A paralisação, convocada pela Federação Nacional dos Médicos (Fnam), acontece cinco dias depois de os sindicatos se terem reunido com o Ministério da Saúde e de estar marcada uma nova ronda negocial para a próxima quinta-feira.
Com um orçamento que contempla uma maior carga fiscal, a eliminação do IVA 0% nos bens essenciais, mas com excedente orçamental de 0,2%, penaliza o poder de compra.
Se o Estado fosse uma empresa estava tecnicamente próximo da falência. Não poderia viver anos e anos nesta dependência da contribuição dos portugueses.