Governo do Canadá vai taxar 700 produtos importados dos EUA, em retaliação pelas novas tarifas sobre produtos canadianos introduzidas em agosto por Donald Trump.
O presidente dos EUA voltou a marcar o dia, ao confirmar que as tarifas que anunciou desde o início da semana e todas as que anunciar até ao final do mês vão entrar em vigor no dia 1 de agosto. Segue-se a revelação das minutas da última reunião da Fed, numa altura em que se esperam dois cortes até ao final do ano.
O presidente dos EUA já na véspera havia anunciado que estipulou tarifas para entrarem em vigor naquele dia. Agora, confirma que aquelas que forem conhecidas esta terça-feira e até ao final do mês vão também aplicar-se ao mercado a partir do dia 1 de agosto.
A energética liderou as negociações mas o PSI registou ganhos residuais. Lá fora, o sentimento foi de otimismo, fruto das negociações que dizem respeito às políticas comerciais.
Novas tarifas são semelhantes às anunciadas no dia 2 de abril e incidem sobre dois dos principais parceiros comerciais dos EUA. O plano da Casa Branca passa por aplicá-las a partir de 1 de agosto, mas há abertura para negociações.
As principais praças europeias encerraram a primeira sessão da semana em alta, em particular a bolsa de Frankfurt, que beneficiou dos números macro acima do esperado. Na agenda continuam as tarifas dos EUA, cujo prazo para negociação parece agora poder ser mais alargado.
O prazo limite definido por Donald Trump para a negociação das tarifas termina na quarta-feira e não há fumo branco nas negociações entre norte-americanos e a União Europeia. Contratarifas europeias também estão na calha.
As principais bolsas europeias registaram sentimento maioritariamente positivo. Os mercados ficaram animados pelo acordo que ditou tarifas de 20% dos EUA sobre o Vietname.
Os futuros aproximam-se dos 10 mil dólares por tonelada. Na base estão receios de que a próxima semana traga tarifas comerciais dos EUA sobre as importações daquele metal.
Os primeiros 100 mil carros exportados para os EUA passam a estar sujeitos a tarifas de 10% e os seguintes irão até aos 25%. O acordo entre os dois países passa a ser válido nesta segunda-feira, ao mesmo tempo que os produtos feitos em aço ainda estão sob um clima de incerteza.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, avisou hoje os Estados Unidos de que a União Europeia (UE) se está a preparar para a possibilidade de não haver um “entendimento satisfatório”, prometendo defender os interesses europeus. “Hoje, recebemos o mais recente documento dos Estados Unidos para prosseguir com as negociações e estamos a […]
Donald Trump avançou com novidades sobre as negociações entre os dois países, que incluem tarifas dos EUA sobre a China em 55%, assim como o inverso nos 10%, além de outros fatores que ficaram estabelecidos. Esta quinta-feira, há dados importantes na economia dos EUA e do Reino Unido.
Delegações dos dois países reuniram em Londres, com o propósito de aliviar as tensões associadas à guerra de tarifas. Os investidores aguardam com expetativa e os principais índices de Nova Iorque encerraram o dia próximos da casa de partida.
A redução das tarifas de 46% impostas ao Vietname pela administração que Donald Trump lidera é um dos objetivos. Nesse sentido, os dois países chegaram a acordo para a assinatura de cerca de 20 memorandos, na semana passada.
Os mercados europeus abriram a semana com sentimento ligeiramente negativo, apesar de a OPEP ter comunicado um aumento na produção de petróleo abaixo do previsto, que fez valorizar as cotadas. No 'vermelho', destaque para a indústria automóvel, arrastada pelas tarifas dos EUA sobre o aço. Esta terça-feira, a inflação na zona euro marca a agenda, sendo esperado um recuo.
As tarifas dos EUA sobre o aço castigaram as cotadas do setor automóvel na primeira sessão da semana. Por outro lado, a subida dos futuros dos produtos petrolíferos impulsionou as energéticas, como é o caso da Galp.
As donas da Google e do Instagram podem ser alvo de tarifas de 10% por parte da maior economia europeia, em virtude da guerra comercial em curso. A possibilidade faz crescer as tensões entre EUA e UE, quando falta pouco mais de um mês para terminar a pausa decretada por Trump nas tarifas ao bloco europeu.
Mal soube da decisão, a Casa Branca disse que recorreria - o que sucedeu esta quinta-feira. Mas alguns analistas afirmam que a administração tem outras formas de rodear o problema que lhe foi criado pelo Tribunal Comercial.