Governo do Canadá vai taxar 700 produtos importados dos EUA, em retaliação pelas novas tarifas sobre produtos canadianos introduzidas em agosto por Donald Trump.
Desde a última noite eleitoral, que ditou uma das maiores derrotas do PS, que Pedro Nuno Santos se tinha remetido ao silêncio. Esta segunda-feira voltou à intervenção política para tecer fortes críticas ao acordo comercial entre UE e EUA.
Os principais índices europeus mostraram indefinição na sexta-feira, com os resultados de determinadas empresas em foco. O acordo entre UE e EUA no âmbito das tarifas vai gerar reações entre os mercados.
O Japão terá de investir 550 mil milhões de dólares nos EUA, mas 90% dos lucros terão de ser reaplicados na maior economia do mundo, moldes pouco favoráveis para as empresas japonesas. Ainda assim, a tarifa de 15% para o sector automóvel é uma clara vitória.
As bolsas europeias viveram uma sessão marcada pelo otimismo, em particular no setor automóvel, liderado por uma subida superior a 9% na Stellantis. Em causa esteve o acordo alcançado por EUA e Japão no âmbito das tarifas, antes de o BCE encerrar a reunião de julho com uma provável manutenção das taxas diretoras.
Mais uma sessão fortemente marcada por novidades referentes às tarifas dos EUA sobre os parceiros comerciais. Desta vez, está em causa o impacto no mercado automóvel, que deixou os investidores visivelmente animados.
Apesar do sentimento amplamente positivo que se viveu entre as principais congéneres europeias, o mesmo não chegou ao PSI, que terminou as negociações em terreno negativo. No exterior, destaque para os disparos no setor automóvel.
A data definida por Donald Trump para a implementação de "tarifas recíprocas", no caso de os EUA não chegarem a acordo com os parceiros comerciais assinala-se a 1 de agosto. Por enquanto, prosseguem as negociações com o maior parceiro prosseguem, sem fim fim à vista.
Sectores como o farmacêutico ou da maquinaria em Portugal exportam acima de mil milhões de euros para os EUA e outros ramos, como o das armas, têm naquele mercado o seu principal cliente.
A banca norte-americana começa a apresentar contas já na terça-feira. Até lá, as tarifas continuam no centro das atenções e, no fim de semana, o presidente dos EUA anunciou tarifas de 30% às importações que chegam da UE.
Cerca de 11% das exportações brasileiras são destinadas aos Estados Unidos. Alguns destes setores têm o mercado dos EUA como principal comprador internacional. Danos podem alcançar até meio ponto percentual do PIB, estimam especialistas.
"A partir de 1 de agosto de 2025, vamos impor uma tarifa de 35% sobre os produtos canadianos exportados para os Estados Unidos, independentemente de quaisquer tarifas setoriais", escreveu o Presidente dos EUA
A Europa “esqueceu-se” de que energia e alimentação são categorias geopolíticas primárias e no entender do antigo ministro da Defesa, o “Velho Continente” está a aprender essa lição. Em entrevista ao JE, Paulo Portas critica duramente a política económica de Trump e alerta que o protecionismo dispensa as empresas de serem competitivas.
A Europa “esqueceu-se” de que energia e alimentação são categorias geopolíticas primárias e no entender do antigo ministro da Defesa, o “Velho Continente” está a aprender essa lição. Em entrevista ao JE, Paulo Portas critica duramente a política económica de Trump e alerta que o protecionismo dispensa as empresas de serem competitivas.
A imposição de tarifas por parte dos EUA "é resultado direto do afastamento do Brasil dos seus compromissos históricos com a liberdade, o Estado de Direito e os valores que sempre sustentaram nossa relação com o mundo livre", alegou Bolsonaro.
A manifestação de quinta-feira ficou marcada por cartazes e cânticos a exigir respeito por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump, pela soberania e pelos três poderes do Brasil.
Donald Trump fez estender o prazo para as negociações referentes às tarifas que os EUA querem aplicar sobre as importações que chegam de outros países. Os investidores reagiram com um sorriso e os índices de referência das principais praças subiram na quarta-feira, acompanhados pelo PSI em Lisboa.
A Mota-Engil subiu mais de 4% na sessão desta quarta-feira e impulsionou o PSI. Face aos sinais positivos no que diz respeito à guerra comercial, os principais índices bolsistas dos Estados-membros da UE subiram mais de 1%.