Governo do Canadá vai taxar 700 produtos importados dos EUA, em retaliação pelas novas tarifas sobre produtos canadianos introduzidas em agosto por Donald Trump.
As tarifas dos Estados Unidos sobre produtos chineses estão longe de travar Pequim. Um novo estudo mostra que a China continua a chegar ao mercado americano em força, mas por vias indiretas, redesenhando as cadeias globais e usando o Vietname, a Tailândia, a Indonésia e a Malásia como corredores estratégicos para contornar as barreiras comerciais de Washington.
Representante dos fabricantes de componentes automóveis critica "decisão unilateral" dos EUA e reconhece que "se as nossas vendas ao exterior se situarem em números do ano passado, já seria positivo" dado o atual contexto de choques negativos exógenos.
O presidente norte-americano suavizou o discurso, depois de ter considerado na sexta-feira que a China “se estava a tornar muito hostil”, antes de ameaçar Pequim com a imposição de direitos aduaneiros de 100% sobre os produtos chineses, que se somariam às taxas já aplicadas desde maio passado.
Aproximação entre a Coreia do Sul e a China pode ser usada como forma de pressionar os Estados Unidos para aceitar a criação de um visto especial para os trabalhadores que viajam para os EUA para montarem fábricas ou darem treino específico aos norte-americanos.
Exportações para a China e o México cresceram 31% e 43,8% no mesmo período. Governo brasileiro diz que ainda é cedo para precisar se o tarifaço impactou subida nas vendas a outros países.
Ao mesmo tempo que volta a insistir da redução imediata dos juros de referência, Trump admite deixar passar um processo referente à reforma da sede da Fed, que envolveu três mil milhões de dólares na construção de edifícios.
Os dados da inflação na economia dos EUA apontam para um acréscimo de 2,7% em julho, face ao mesmo mês do ano passado. Os investidores mostram ânimo e os principais índices estão a negociar no 'verde'.
Um estudo do Bank of America, permitiu concluir que o grupo que envolve as maiores tecnológicas que estão cotadas em Wall Street se manteve no topo da lista. Por outro lado, um pequeno número de inquiridos antevê uma queda forte dos mercados.
Os mercados europeus registaram um sentimento maioritariamente positivo na sexta-feira, ainda que de forma pouco expressiva. Eventuais novidades sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia estão em foco na nova semana.
Os dados macro divulgados recentemente nos EUA levam a crer que a economia está a abrandar e geram tensões nos mercados que beneficiam as negociações por aquele metal, enquanto reserva de valor.
Após dois 'Dias da Libertação' e passados 129 dias de 1 de abril, as tarifas anunciadas por Trump passam a vigorar, mas ainda com inúmeras dúvidas nos parceiros comerciais e esclarecimentos pendentes de Washington. Entretanto, indicadores macro mostram sinais de enfraquecimento na maior economia do mundo.
Os mercados viram subidas nos índices de referência do continente europeu, apesar de a indústria farmacêutica ter sido fortemente castigada pela nova ameaça de tarifas de Trump.
De acordo com o governo brasileiro, as tarifas de 50% "violam flagrantemente compromissos centrais" assumidos pelos EUA na OMC. O mesmo organismo fez saber ainda que mantém as conversações.
O vinho exportado para os EUA recuou 9,3% em valor, o que corresponde a quase 4 milhões de euros, enquanto as exportações em geral caíram 1%. Tarifas irão encarecer o produto para o consumidor americano mais do que os 15% de taxa alfandegária e produtores nacionais já não conseguem absorver o acréscimo de custo.
A redução foi formalizada por meio de uma ordem executiva da Casa Branca, colocando Angola num grupo restrito de países africanos com um regime preferencial de tarifas moderadas.
Apesar de declarar abertura para o diálogo, Lula esclareceu que "quem define os rumos do Brasil são os brasileiros e as suas instituições", em declarações após ataques da Casa Branca ao Supremo Tribunal do país sul-americano pelo julgamento, por tentativa de golpe, do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O novo plano tarifário foi publicado na quinta-feira no portal da Internet da Casa Branca, horas antes do fim do prazo dado aos parceiros comerciais para chegarem a um acordo sobre as novas taxas.
Caso as tarifas adicionais venham a ser implementadas, a maioria dos inquiridos pretende procurar alternativas mais baratas (49%) ou mesmo deixar de comprar produtos norte-americanos, revela estudo do Observador Cetelem.
Ministros do Governo brasileiro apresentaram cenários possíveis de reação ao presidente no Palácio do Planalto. Executivo nega que haja negociação por setores e que o foco passa pela reversão das tarifas anunciadas por Donald Trump.