A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em janeiro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em queda de 7,63%, para os 104,77 dólares.
O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, JD Vance, e o presidente Donald Trump manifestaram otimismo quanto a um possível acordo negociado para encerrar o conflito armado com o Irão, destacando avanços em conversas indiretas mediadas por terceiros. Trump associou o progresso diplomático a uma queda expressiva de quase 10 dólares no preço do barril de petróleo bruto, impulsionada pelo recuo nas expectativas de uma guerra.
A análise incidiu sobre 47 PPR com custos conhecidos. Destes, 12 apresentam encargos anuais iguais ou superiores a 2%, enquanto 41 cobram pelo menos 1,1% por ano. Já o custo mediano situa-se em 1,59%, nível que, segundo o estudo, absorve cerca de 80% da vantagem fiscal proporcionada pelo produto.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Jerónimo Martins que valoriza 1,43% para os 18,44 euros, seguida pela Galp Energia que avança 1,28% para os 22,94 euros, e a Navigator sobe 0,26% para os 3,09 euros.
Os mercados financeiros entram na semana de 19 de outubro sob pressão combinada de três frentes: o petróleo teimosamente acima dos 100 dólares, a violência que eclodiu nas ruas de França no sábado e a pausa de sanções americanas ao diesel russo.
A Fundação Bertelsmann, germânica, aponta a conclusão do Mercado Único como essencial para que o capital europeu fique na Europa e aqui crie riqueza, em vez de atravessas o Atlântico. A fragmentação do mercado de capitais é um dos dados que tem de ser alterado.
Dados compilados pela Freedom24, num cenário de choque severo [causado pelo El Niño], pode levar o açúcar e o café a subir até 25% o cacau e a farinha de peixe a valorizar mais de 30% e o gás natural a cair até 20%.
Um dia de tripla pressão sobre os mercados: juros a subir (10 anos nos 5,09%), petróleo a escalar (Brent acima de 109 dólares) e défice público a bater dois biliões de dólares. O resultado foi um fecho negativo para os três grandes índices, com o Nasdaq a absorver a maior parte dos golpes.
As bolsas europeias encerraram em alta, fechando a semana com um dos maiores excessos de performance semanal face aos índices norte-americanos no último ano. Os ganhos atravessaram a generalidade dos setores, ainda que o ambiente negativo em torno da indústria de semicondutores tenha pressionado o Tecnológico. O PSI aproveitou e subiu 1%, com a EDPR a liderar os ganhos, destacam os analistas.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Altri que valoriza 1,63% para os 4,37 euros, seguida pela EDP Renováveis que sobe 1,56% para os 12,40 euros, e a Corticeira Amorim avança 1,35% para os 6,78 euros.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Ibersol que valoriza 1,61% para os 10,10 euros, seguida pela EDP Renováveis que avança 0,98% para os 12,33 euros, e a EDP sobe 0,62% para os 4,86 euros.
Crescem medos de incumprimento em França. Os governos competem com IA por financiamento. No meio da tensão, Portugal está numa rara posição privilegiada, pelas contas certas e o crescimento acima de 2%.
O petróleo WTI (NYMEX) avançou com força, fechando em torno dos 97,66 dólares por barril (mais 2,70%), apoiado por dados de stocks e fatores geopolíticos. O Brent, por sua vez, recuou ligeiramente para cerca de 105,84 dólares (menos 0,21%). Isto no dia em que Zelensky assumiu publicamente que ia desobedecer a Donald Trump e ia bombardear refinarias de petróleo russas.
Pelas 18h03 (hora de Lisboa) o euro seguia a negociar a 1,1207 dólares, face aos 1,1122 de quarta-feira. A moeda única também desceu face à libra e avançou face ao iene.
O contexto macroeconómico foi dominado pela divulgação de que os preços no produtor norte-americanos aceleraram para 6,3% em setembro, bastante acima dos 5,4% estimados pelos analistas, o valor mais alto dos últimos quatro anos, com os preços no produtor core a subirem 5%. Este cenário mantém a pressão sobre as autoridades monetárias e adiciona incerteza ao panorama geopolítico global.
O presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Luís Laginha de Sousa, defendeu na quarta-feira a criação em Portugal de uma Conta Individual de Poupança e Investimento (CIPI) e de um regime de inscrição automática em produtos de poupança complementar para a reforma, para canalizar mais poupança das famílias para o financiamento da economia, na sua intervenção na Conferência Anual da Maxyield, subordinada ao tema “Um tempo novo para o mercado de capitais”.
Os principais índices da bolsa de Nova Iorque arrancaram a sessão desta quinta-feira em terreno misto, numa altura em que os investidores digerem novos dados da inflação nos Estados Unidos e perspetivam eventuais subidas nas taxas de juro.
Jerónimo Martins (JMT) vê o seu preço-alvo revisto em baixa e a Galp Energia (Galp) recebe melhorias nas avaliações por parte de duas casas de investimento.
As principais praças europeias negoceiam em terreno misto a meio da sessão desta quinta-feira, com os investidores a digerirem a inflação norte-americana, a descida do preço do Brent e das yields de dívida soberana.
De acordo com o relatório "Investment in Portugal - Q2 2026 Snapshot", os investidores estrangeiros representaram 55% do volume total investido no país durante os primeiros seis meses do ano, contra 45% de capital nacional.