A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em janeiro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em queda de 7,63%, para os 104,77 dólares.
O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, JD Vance, e o presidente Donald Trump manifestaram otimismo quanto a um possível acordo negociado para encerrar o conflito armado com o Irão, destacando avanços em conversas indiretas mediadas por terceiros. Trump associou o progresso diplomático a uma queda expressiva de quase 10 dólares no preço do barril de petróleo bruto, impulsionada pelo recuo nas expectativas de uma guerra.
A análise incidiu sobre 47 PPR com custos conhecidos. Destes, 12 apresentam encargos anuais iguais ou superiores a 2%, enquanto 41 cobram pelo menos 1,1% por ano. Já o custo mediano situa-se em 1,59%, nível que, segundo o estudo, absorve cerca de 80% da vantagem fiscal proporcionada pelo produto.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Jerónimo Martins que valoriza 2,07% para os 17,74 euros, seguida pela NOS que avança 1,24% para os 5,29 euros, e a REN sobe 0,97% para os 3,63 euros.
A sessão de quinta-feira deverá ficar marcada pelo cruzamento de três fatores: os novos indicadores económicos dos Estados Unidos, a leitura dos resultados empresariais e a evolução dos riscos geopolíticos. Num mercado mais sensível às surpresas inflacionistas, qualquer sinal de persistência da subida dos preços poderá voltar a pressionar as ações e a dívida, enquanto uma moderação dos indicadores poderá aliviar parte das preocupações com a política monetária.
Após nova surpresa em alta da inflação, o mercado volta a inclinar-se para a possibilidade de subidas consecutivas em outubro e dezembro - ou mesmo de uma subida de 50 pontos base em dezembro. Analistas também ajustaram expectativas em alta, mas não anteveem novo ciclo de aperto monetário.
Wall Street fechou em baixa nesta quarta-feira, 14 de outubro, castigada pela revelação de que a inflação nos EUA subiu mais do que o previsto em setembro, elevando os receios de que a Reserva Federal possa ter de adotar uma postura mais agressiva de subida de juros.
Wall Street opera em baixa nesta quarta-feira, liderada pelo Nasdaq, após a divulgação dos dados de inflação de setembro que continuam a subir e pressionam novamente o mercado de títulos . Tudo isso ocorre durante temporada de balanços corporativos.
O Brent, o petróleo de referência na Europa, subia 0,68%, para 106,41 dólares por barril no mercado de futuros de Londres. Durante a sessão, oscilou entre um máximo de 107,15 dólares esta madrugada e um mínimo de 105,21 dólares pouco antes do meio-dia.
A presidente do BCE defende que o caminho para Paris tem de passar pela consolidação orçamental, efetivamente afastando especulações que o banco central possa intervir para estabilizar o disparo recente nos juros soberanos franceses.
Os investidores “jogaram à defesa”, justificando performances mais apelativas de setores como o Farmacêutico, Bens Pessoais e Alimentação. O PSI acompanhou o otimismo e ganhou 0,4%.
No total, foram realizadas 6.570 subscrições de Certificados de Aforro e Certificados do Tesouro através da aplicação durante o mês de setembro, um aumento de 36% em termos homólogos.
As principais praças europeias negoceiam em terreno positivo a meio da sessão, impulsionadas pelo setor tecnológico, que está num bom plano com as empresas ligadas à indústria de semicondutores.
Na maturidade de referência a 10 anos, o IGCP emitiu 769 milhões de euros a uma taxa de 3,897%. No prazo mais longo, a 26 anos, foram colocados 514 milhões de euros a 4,316%, segundo dados da Bloomberg.
As tensões entre Arábia Saudita e houthis têm vindo a escalar e a levantar preocupações sobre possíveis interrupções no fornecimento de petróleo. Esta preocupação já levou a uma nova subida do preço, com o Brent a negociar nos 105 dólares.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para o Banco Comercial Português (BCP) que valoriza 1,60% para os 1,14 euros, seguida pela Teixeira Duarte que avança 1,46% para os 0,45 euros, e a Corticeira Amorim sobe 0,75% para os 6,73 euros.
O Bank of America, Morgan Stanley e BlackRock estão entre as grandes empresas que apresentam resultados, prolongando a época de resultados que arrancou com sinais mistos de outros grandes bancos.
Um dos leilões é para obrigações do tesouro que expiram a junho de 2036 e o outro para uma maturidade que expira em abril de 2052. Está previsto que estes sejam os últimos leilões do ano do IGCP para obrigações do tesouro.
O mercado foi influenciado pelo início da temporada de resultados do 3.º trimestre (especialmente dos grandes bancos como Goldman Sachs, JPMorgan, Wells Fargo e Citigroup, com resultados mistos) e por uma pressão contínua sobre as ações de chips de memória (incluindo Micron e outras, no contexto de preocupações com competição chinesa e uma sequência de quedas no setor).
Geograficamente, destacaram-se o Reino Unido (31%), França (26%), Benelux (17%), a região da Alemanha, Áustria e Suíça (12%) e a Península Ibérica (9%). Por perfil, os fundos de investimento, seguradoras e fundos de pensões asseguraram 79% do total, sendo que o caráter "Verde" da operação atraiu um forte interesse de investidores ESG, que representaram mais de 70% da alocação.
O analista do BCP Ramiro Loureiro destacou que "o setor Tecnológico foi quem mais recuou, pressionado pelo ambiente negativo em torno da indústria de semicondutores" e que "o PSI conseguiu escapar, ao valorizar 0,7%, com ganhos transversais às suas cotadas, liderados por Altri e Semapa".