Jerónimo Martins sofre corte de preço-alvo e Galp recebe upgrades

Jerónimo Martins (JMT) vê o seu preço-alvo revisto em baixa e a Galp Energia (Galp) recebe melhorias nas avaliações por parte de duas casas de investimento.

Jerónimo Martins sofre corte de preço-alvo e Galp recebe upgrades
Bolsa de Lisboa Euronext_Lisbon2

O mercado acionista português acorda esta manhã 15 de outubro com movimentos distintos para duas das suas principais cotadas. Enquanto a Jerónimo Martins (JMT) vê o seu preço-alvo revisto em baixa, a Galp Energia (Galp) recebe melhorias nas avaliações por parte de duas casas de investimento.

Jerónimo Martins: Kepler Cheuvreux corta preço-alvo, mas mantém recomendação de compra

A retalhista liderada por Pedro Soares dos Santos foi alvo de uma revisão em baixa por parte do Kepler Cheuvreux. O banco de investimento desceu o preço-alvo por ação de 20,40 euros para 19,60 euros. Apesar do corte, a instituição continua a recomendar a compra do título.

De acordo com os dados compilados pela Bloomberg, o preço-alvo médio atribuído pelos analistas para a Jerónimo Martins situa-se atualmente nos 22,36 euros por ação. No momento da divulgação desta notícia, as ações da JMT seguiam a subir 2,42%.

Galp: Oddo BHF e Equita SIM elevam avaliação

Por outro lado, a petrolífera portuguesa Galp Energia recebeu upgrades por parte de duas casas de investimento, que melhoraram a avaliação da empresa, embora tenham reiterado as suas recomendações anteriores de postura neutra (neutral/hold).

A Oddo BHF subiu o preço-alvo da ação de 22,00 euros para 22,50 euros, enquanto a Equita SIM elevou a sua avaliação de 22,00 euros para 23,00 euros.

O preço-alvo médio atribuído pelos analistas à Galp é atualmente de 23,92 euros por ação (dados Bloomberg). No início da sessão, os títulos da Galp seguiam ligeiramente a descer, cerca de 0,13%.

Nota: Este conteúdo tem caráter meramente informativo e não constitui uma recomendação de investimento. 

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"A Galp equaciona promover investimentos adicionais, mas estes só serão viáveis com um enquadramento regulatório que permita antecipar a procura futura de longo prazo", afirmou fonte oficial petrolífera, em resposta a perguntas da Lusa, na sequência do apelo da Comissão Europeia para travar o encerramento de refinarias e aumentar a produção de combustíveis na União Europeia (UE).