A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em janeiro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em queda de 7,63%, para os 104,77 dólares.
O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, JD Vance, e o presidente Donald Trump manifestaram otimismo quanto a um possível acordo negociado para encerrar o conflito armado com o Irão, destacando avanços em conversas indiretas mediadas por terceiros. Trump associou o progresso diplomático a uma queda expressiva de quase 10 dólares no preço do barril de petróleo bruto, impulsionada pelo recuo nas expectativas de uma guerra.
A análise incidiu sobre 47 PPR com custos conhecidos. Destes, 12 apresentam encargos anuais iguais ou superiores a 2%, enquanto 41 cobram pelo menos 1,1% por ano. Já o custo mediano situa-se em 1,59%, nível que, segundo o estudo, absorve cerca de 80% da vantagem fiscal proporcionada pelo produto.
"Na EDP Renováveis, os lucros deverão ser impulsionados pelos ganhos com a rotação de activos, enquanto a EDP deverá beneficiar do forte desempenho da FlexGen", referiu o banco de investimento Jefferies.
O máximo foi atingido na sessão de segunda-feira 19 de outubro, quando o brent atingiu os 110,70 dólares. Esta terça-feira 20 de outubro o brent negoceia nos 110,48 dólares.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para o Banco Comercial Português (BCP) que desvaloriza 0,99% para os 1,09 euros, seguida pela NOS que quebra 0,96% para os 5,18 euros, e a Mota-Engil desce 0,73% para os 4,64 euros.
Os protestos em França e Itália, associados ao aumento do custo de vida, acrescentam incerteza a um cenário já condicionado pelos preços elevados da energia e pelas preocupações com as contas públicas. A contestação social poderá dificultar a implementação de medidas de consolidação orçamental, numa altura em que os custos de financiamento já se encontram elevados, defende a ActiveTrades.
Em Portugal, onde as empresas familiares desempenham um papel central na economia, o planeamento da sucessão assume uma importância crescente, à medida que muitas empresas se aproximam de um momento de transição geracional, defende estudo da Julius Baer e EY.
O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 31 cêntimos abaixo dos 109,86 dólares com que encerrou as transações na sexta-feira.
No segmento acionista, o BCP liderou a quota de mercado das transações sobre ações, com 31,2%, seguido da Caixa – Banco de Investimento, com 13%, e do BPI, com 12%.
Segundo os indicadores mensais divulgados, o montante investido nos fundos de investimento imobiliário subiu 0,1% para 20.543,6 milhões de euros e nos FEII o valor subiu 1,1% para 851,7 milhões de euros.
O PSI fechou esta segunda-feira em queda de 0,78%, nos 9.394,18 pontos, acompanhando o sentimento negativo generalizado nas bolsas europeias, pressionado por perdas mais expressivas em títulos como EDP, CTT e NOS.
Segundo informação divulgado, esta segunda-feira, pela acionista maioritária Gemfields, o leilão decorreu entre 05 e 16 de outubro, em Banguecoque e através de uma plataforma eletrónica, tendo permitido a venda de 92.153 quilates dos 102.099 disponibilizados, correspondentes a 90% do volume colocado na operação, o que rendeu 52 milhões de dólares (44,2 milhões de euros).
As principais praças europeias registam perdas a meio da primeira sessão da semana, com os protestos em várias cidades europeias a aumentarem a incerteza política.
Os títulos franceses a 10 anos saltaram mais de 10 pontos base no arranque da sessão de segunda-feira e o spread para a Alemanha voltou a alargar, enquanto o euro recuou face às principais divisas e o índice parisiense perdeu quase 1,5% na manhã de segunda-feira.
Atualmente o brent negoceia acima dos 107 dólares por barril nos mercados spot e de futuros. O Goldman Sachs acredita que o mercado petrolífero atinja um excedente no quarto trimestre e se mantenha nessa tendência em 2027, fazendo com os preços do petróleo fiquem mais baixos.