Especialistas apontam saúde e turismo como áreas de investimento e indicam que, apesar de a banca angolana estar mais sólida, continua presa ao crédito de curto prazo.
A criação de uma indústria capaz de transformar diamantes em riqueza sustentável foi apontada como uma das prioridades para o futuro da mineração em Angola. Em Lisboa, Artur Gonçalves defendeu no “Doing Business Angola” que o país deve deixar de ser apenas um exportador de matéria-prima.
Construir uma economia mais autónoma e menos vulnerável aos choques externos é, para o Grupo Opaia, um dos maiores desafios de Angola. Durante a conferência Doing Business Angola 2026, Hugo Azevedo, CFO da instituição, defendeu uma aposta integrada em sectores estratégicos.