Especialistas apontam saúde e turismo como áreas de investimento e indicam que, apesar de a banca angolana estar mais sólida, continua presa ao crédito de curto prazo.
A criação de uma indústria capaz de transformar diamantes em riqueza sustentável foi apontada como uma das prioridades para o futuro da mineração em Angola. Em Lisboa, Artur Gonçalves defendeu no “Doing Business Angola” que o país deve deixar de ser apenas um exportador de matéria-prima.
Construir uma economia mais autónoma e menos vulnerável aos choques externos é, para o Grupo Opaia, um dos maiores desafios de Angola. Durante a conferência Doing Business Angola 2026, Hugo Azevedo, CFO da instituição, defendeu uma aposta integrada em sectores estratégicos.
Administrador da Sonangol, Osvaldo Inácio, afirma que o primeiro foco da empresa é descarbonizar a operação existente, com tecnologia mais moderna e menos intensidade de emissões.
Cristina Lourenço, presidente da Bodiva, defendeu a necessidade de ter mais empresas cotadas na bolsa angolana e que existem boas oportunidades de investimento, nomeadamente nos quatro IPO que estão planeadas para os próximos meses.
A edição de 2025 do evento Doing Business Angola decorreu esta segunda-feira, em Lisboa. O painel " A experiência de quem faz no terreno" contou com Nuno Vaz, João Traça, Luís Campos Ferreira e Carlos Firme.
O JE e a Forbes África Lusófona voltam a reunir decisores públicos, empresários e investidores para debater temas estruturantes como o ambiente de negócios, privatizações, financiamento da economia, mercado financeiro, petróleo e gás, turismo e os desafios de Angola e da Lusofonia num mundo em mudança.
A Comunidade tem excelentes perspetivas e ótimas ferramentas para ser um elemento de coesão central neste tempo de desglobalização. Mas para isso tem de encontrar uma solução de liderança.
Anunciada em agosto do ano passado, a privatização do Banco de Fomento de Angola (BFA) está a correr bem e o processo de reestruturação encontra-se já na sua fase final. CEO BFA Capital Markets explica, na terceira edição da conferência Doing Bussiness Angola 2025, que a "euforia" com esta privatização é "justificada" tendo em conta que se trata de um "ativo muito interessante".
Investimento na literacia financeira é outra das necessidades para que os investidores possam captar as melhores oportunidades de negócio, mas também os seus riscos. Privatizações também têm sido uma grande mola impulsionadora do mercado de capitais em Angola, mas é preciso ter um mercado posterior às mesmas.
O governo do país tem “feito um esforço muito grande para desburocratizar. A AIPEX serve para ser esse facilitador”, afirmou Arlindo das Chagas Rangel, PCA da AIPEX no Doing Business Angola, organizado pelo JE e Forbes África Lusófona.
O presidente da AICEP elogia a estabilização macro-económica de Angola para fortalecer a parceria entre os dois países nos domínios industrial, tecnológico e formação de recursos humanos.
Portugal "está perfeitamente disponível" para ajudar na identificação dos projetos prioritários para Angola, fazendo uso das suas ligações históricas e da complementaridade entre ambas as economias, garantiu Pedro Reis na abertura do Doing Business Angola, organizado pelo JE e Forbes África Lusófona.
N'Gunu Tiny referiu que Portugal, "com a sua posição privilegiada, pode e deve desempenhar um papel importante na internacionalização das empresas angolanas e na captação de investimentos para
Angola".
É a terceira edição do evento que irá reunir decisores públicos, empresários e investidores para debater temas estruturantes como o ambiente de negócios, privatizações, financiamento da economia, merca do financeiro, petróleo e gás, turismo e os desafios da Lusofonia num mundo em mudança.
No próximo dia 2 de Junho, o Hotel Ritz, em Lisboa, recebe a terceira edição do Doing Business Angola 2025, com uma programação intensiva que contará com a participação de duas figuras de destaque na cooperação económica entre Angola e Portugal: Pedro Reis, Ministro da Economia de Portugal, e Márcio de Jesus Lopes Daniel, Ministro do Turismo de Angola.
No próximo dia 2 de junho, o Hotel Ritz, em Lisboa, recebe a terceira edição do Doing Business Angola, uma iniciativa que volta a reunir empresários, decisores públicos e investidores para um olhar aprofundado sobre as transformações em curso na economia angolana e as oportunidades de cooperação com Portugal.
Jaime Freitas, um dos fundadores do Grupo Cosal, foi a figura homenageada na edição deste ano do Doing Business Angola. No seu discurso, defendeu que os empresários portugueses poderiam investir mais em Angola.
“É uma oportunidade clara para nós. Grande parte dos nossos clientes vêm dessa área”, disse Cátia Fernandes, diretora jurídica da AGL Angola, concessionária de dois terminais do Porto do Lobito.
A internacionalização e diversificação da economia angolana passará muito pela captação de investimento, projetou Arlindo das Chagas Rangel, presidente da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (AIPEX), no "Doing Business Angola".
A atração de investimento estrangeiro continua a ser uma das prioridades do Governo angolano, contando com um pacote de incentivos, estabilidade governativa e um potencial difícil de igualar.