Especialistas apontam saúde e turismo como áreas de investimento e indicam que, apesar de a banca angolana estar mais sólida, continua presa ao crédito de curto prazo.
A criação de uma indústria capaz de transformar diamantes em riqueza sustentável foi apontada como uma das prioridades para o futuro da mineração em Angola. Em Lisboa, Artur Gonçalves defendeu no “Doing Business Angola” que o país deve deixar de ser apenas um exportador de matéria-prima.
Construir uma economia mais autónoma e menos vulnerável aos choques externos é, para o Grupo Opaia, um dos maiores desafios de Angola. Durante a conferência Doing Business Angola 2026, Hugo Azevedo, CFO da instituição, defendeu uma aposta integrada em sectores estratégicos.
O advogado e partner da VdA esteve no evento "Doing Business Angola" e realçou que a aposta de Portugal em Angola tem que passar das palavras aos atos, com o aumento de apoios ao investimento.
Governo vai ceder redes de hotéis, mas quer cativar empresários que tenham conhecimento do sector, que formem quadros angolanos e que profissionalizem os serviços. Hoti vai investir em novo hotel e Sana Hotels quer continuar a apostar na formação.
“Angola já é um país muito relevante na SADC”, tendo o segundo maior PIB do bloco, a população mais jovem e uma riqueza natural assinalável. No entanto, é preciso mais investimento e uma mudança de paradigma para afirmar o gigante austral como uma potência regional, defendeu Miguel Farinha, Managing Partner da EY em Portugal, Angola e Moçambique, no "Doing Business Angola".
O ministro dos Transportes de Angola, Ricardo Viegas d’Abreu, encerrou a conferência com um desafio a Portugal e aos seus empresários para que façam parte do maior desafio das próximas décadas para o país africano: a diversificação da economia através das novas infraestruturas de transportes como o Corredor do Lobito e o Aeroporto Dr. António Agostinho Neto.
O ambicioso plano de investimentos angolano conta com o contributo determinante do Corredor do Lobito, que fará de Angola a ligação entre uma das regiões com mais potencial de desenvolvimento até 2050 e o resto do mundo, a SADC.
Os bancos angolanos conseguiram fortalecer o seu balanço. Seguradoras querem ganhar peso no mercado e reforçar o papel como agentes do desenvolvimento.
O Governo angolano quer diversificar e aumentar a “oferta hoteleira” no país, com a venda dos 39 hotéis da rede UI, IKA e BINA, no âmbito do Programa de Privatização (PROPRIV) 2023-2026. A informação foi avançada pelo administrador-executivo do Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE), Augusto Kalikemala, durante a conferência ‘Doing Bisness Angola 2024’.
O PCA da AIPEX- Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola traça a estratégia para atrair “mais e melhores” investimentos para Angola. Em entrevista exclusiva ao Jornal Económico e Forbes África Lusófona vinca o empenho em atrair investimento para sectores não-petrolíferos, reconhece a necessidade de melhorar procedimentos e relações com investidores e aponta a digitalização e a simplificação de processos como prioridades para melhorar o ambiente de negócios.
Existem oportunidades para as empresas portuguesas em Angola para além do sector petrolífero, mas Lisboa deve passar aos atos e acelerar apoios financeiros de investimentos no terreno.
No final do segunda edição do "Doing Business Angola", organizado pelo JE e Forbes África Lusófona, Ricardo Viegas d'Abreu, ministro dos Transportes de Angola, considerou que Portugal pode dar resposta aos desafios da diversificação da economia que vão marcar os próximos anos em Angola.
O novo aeroporto da capital angolana já iniciou a atividade e vai começar a operar os primeiros voos de passageiros em outubro e a ambição é para que revolucione o transporte e a economia, não só no país, mas na região. “Vai haver uma Angola antes e outra Angola depois do novo aeroporto”, afirma o coordenador do gabinete operacional da infraestrutura.
A segunda edição do Doing Business Angola, promovido pela Forbes África Lusófona e pelo Jornal Económico, juntou mais de 350 pessoas no hotel Ritz, em Lisboa. Saiba tudo sobre este evento onde se falou sobre o futuro de Angola, de diversificação da economia e da importância do Corredor do Lobito e do novo aeroporto de Luanda.
No final do segunda edição do "Doing Business Angola", organizado pelo JE e Forbes África Lusófona, Ricardo Viegas d'Abreu, ministro dos Transportes de Angola, considerou que Portugal pode dar resposta aos desafios da diversificação da economia que vão marcar os próximos anos em Angola.
Ministro dos Transportes de Angola convidou as empresas portuguesas a investir na super-estrutura que deverá mudar o perfil sócio-económico do país. "Intervenientes privados podem recorrer a mecanismos de financiamento para investimentos no corredor", desafiou o governante do evento "Doing Business Angola", uma organização conjunta do JE e Forbes África Lusófona.
"É uma oportunidade clara para nós. Grande parte dos nossos clientes estacionados no terminal claramente vêm da indústria agrícola. A área alimentar é importante? Sim, sem dúvida. E deve ser uma aposta", disse Cátia Fernandes.
Na segunda edição do Doing Business Angola, diretor-executivo do Sana Hotels garante que apenas 10 dos 400 colaboradores que têm em Angola são estrangeiros.
O responsável da Lobito Atlantic Railway (LAR) falava na conferência Doing Business Angola, que decorre hoje em Lisboa, numa organização conjunta entre o Jornal Económico e a Forbes Portugal e Forbes África Lusófona.
Intervindo no painel “Turismo e Hotelaria: desafios e oportunidades”, o administrador-executivo do IGAPE garantiu que o Governo já começou com a criação de infraestruturas e facilitação de vistos. Afirmação foi feita no evento "Doing Business Angola", uma organização conjunta do JE e da Forbes África Lusófona.