No que diz respeito ao consumo de cimento, os dados da mais recente Síntese Estatística da Habitação da associação apontam para a manutenção da trajetória crescente.
A construção híbrida de madeira e betão tem atraído investimento. O Grupo Casais aposta na solução CREE e o Grupo DST tem vindo a investir na industrialização do seu pólo de Braga.
A Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas está preocupada com quebra no investimento público e gostaria de ter maior previsibilidade relativamente aos projetos futuros.
Sintese de conjuntura do setor da con strução elaborada pela AICCOPN revela que o consumo de cimento em Portugal subiu, em temros homólogos, 6,4% nos primeiros cinco meses deste ano.
O valor global destas adjudicações ascende a 288 milhões de euros - 189 milhões relativos ao novo traçado no Porto e 98,9 milhões para a ampliação em Gaia, assinala o comunicado da Metro do Porto.
Quanto ao tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, em junho, apurou-se um aumento para 8,7 meses, recuperando da quebra abruta registada em março.
Segundo Ricardo Pedrosa Gomes, nas empresas mais pequenas, onde a tarefa se afigura de mais difícil concretização, "a própria empresa tem reduzir o ritmo da atividade".
A pandemia vai obrigar a uma retração controlada este ano, mas a construtora prevê crescer em Portugal e vai reforçar presença no Golfo Pérsico e nos Estados Unidos e entrar no Gana, segundo o CEO, António Carlos Rodrigues.
O concurso foi oficialmente lançado com a publicação, na passada quarta-feira, dia 24 de junho, em Diário da República, com responsabilidades repartidas entre a IP - Infraestruturas de Portugal, AdC - Águas de Coimbra e AdCL - Águas do Centro Litoral.
Com esta decisão, o contrato, no valor de 48,6 milhões de euros, sem IVA, assinado a 6 de maio com a construtora Zagope, com o prazo global de execução de 960 dias, inicia a sua vigência.
Em comparação com o trimestre anterior, o número de edifícios licenciados aumentou 1,0% (+0,9% no quarto trimestre de 2019) e o número de edifícios concluídos registou uma descida de 1,8% (+7,3% no quarto trimestre de 2019).
Entre as empresas portuguesas e brasileiras analisadas pela Fitch, a Mota Engil e a Odebrecht destacam-se, com a empresa portuguesa "a ter seis das sete principais obras no país, enquanto a Odebrecht representa 60% das maiores construções brasileiras em Angola".
Segundo o barómetro mensal da AICCOPN para este segmento de atividade, "o nível de atividade das empresas contraiu-se 3,8%, variação que reflete, em grande medida, os constrangimentos resultantes das atuais condições operacionais das empresas.
Esta adjudicação contempla a construção de um troço de cerca de 15,2 quilómetros na 'S1 expressway Kosztowy – Bielsko-Biała. Section II'. Tem um pazo de execução de três anos.
Construtora nacional ganhou três projetos de grande envergadura em três mercados internacionais - Moçambique, Colômbia e México - nas últimas semanas, já com a pandemia em curso. Contratos foram conseguidos em setores distintos de atividade.
Empresa pública vai adjudicar hoje empreitada do primeiro lote do empreendimento, relativo à construção dos toscos entre a atual estação do Rato e a futura estação de Santos, por um montante de 48,6 milhões de euros, sem IVA, à construtora Zagope.
O grupo construtor juntou-se também ao projeto de investigação internacional 'Global Response', com a atribuição de 250 mil euros, para a descoberta de uma vacina contra o vírus.
A 31 de dezembro de 2019, o grupo mantinha também cerca de 234 milhões de euros de linhas de crédito disponíveis mas não utilizadas. Nos primeiros meses deste ano, já tinha conseguido refinanciar ou encontrava-se em processo de refinanciamento de cerca de 260 milhões de euros.