No que diz respeito ao consumo de cimento, os dados da mais recente Síntese Estatística da Habitação da associação apontam para a manutenção da trajetória crescente.
A construção híbrida de madeira e betão tem atraído investimento. O Grupo Casais aposta na solução CREE e o Grupo DST tem vindo a investir na industrialização do seu pólo de Braga.
A Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas está preocupada com quebra no investimento público e gostaria de ter maior previsibilidade relativamente aos projetos futuros.
Para já, a administração da construtora preferiu transferir a totalidade dos cerca de 1,3 milhões de euros para reservas livres, prara reforçar o balanço da empresa.
No que toca à produção contratada apurou-se uma quebra abrupta de 20% em termos homólogos, com os empresários a revelarem uma grande preocupação com a concretização das obras em carteira.
Em 2019, o volume de negócios do grupo atingiu 877 milhões de euros, um ligeiro incremento de 0,4% face a 2018. Neste indicador, "o bom desempenho na construção e nas concessões e serviços permitiram uma ligeira subida do valor global apurado".
A instituição liderada por Mineiro Aires considera que, "para que o setor mantenha a sua atividade, torna-se imprescindível que os donos de obra e as empresas estejam conscientes e informadas das medidas necessárias à prevenção do contágio, estendidas a toda a cadeia de subcontratação e por todos aqueles que diariamente desenvolvem atividade nos estaleiros".
Os presidentes da AICCOPN e da AECOPS, respetivamente, Manuel Reis Campos e Ricardo Pedrosa Gomes, alertam que num cenário de paralisação das obras, o setor nacional da consrtrução sofrerá um impacto desastroso nas empresas e nos postos de trabalho que assegura.
De acordo com a AICCOPN - Associação dos Industriais da Construção Civil e das Obras Públicas, presidida por Reis Campos, o impacto do Covid-19 já originou o cancelamento de mais de 680 eventos, colocando dois mil postos diretos de trabalho em risco e ameaça atividade que fatura 300 milhões por ano.
Construtora prevê crescer na frente interna no presente ano, podendo Portugal voltar a ser o maior mercado. Grupo já está presente em 17 geografias e conta com mais de 4.500 colaboradores.
Nesta iniciativa estão previstas intervenções do secretários de Estado da Internacionalização e da Administração Interna, respetivamente, Eurico Brilhante Dias e Patrícia Gaspar.
CPCI contra-ataca,dizendo que os atrasos se devem antes à atitude de sucessivos Governos, "que demonstraram incapacidade de planear e cumprir os planos de investimento a bem da salvaguarda do défice".
O novo administrador da Mota-Engil Emídio José Bebiano e Moura da Costa Pinheiro foi administrador do Banco Fomento de Angola, da Caixa e, depois, da Sonangol Holdings e Indústria.
A IDS, que passou a controlar mais de 2% do capital da construtora, é liderada por António Eduardo dos Santos Sardo, e opera nas áreas de imobiliário, financeira e 'private equity'.
Este projeto, que será desenvolvido de forma faseada, insere-se num investimento global estimado em 10 mil milhões de reais, cerca de dois mil milhões de euros ao câmbio atual.
Um estudo reservado da consultora Nau Securities prevê que o EBITDA da construtora nacional neste país possa ser crescer em 30% nos próximos cinco anos devido aos contratos estimados nesta área.
O banco de investimento da CGD antevê um 2020 positivo para o PSI 20, com uma subida potencial de 13% alimentada pelas pares na Europa e nos EUA e o menor risco-país de Portugal. Sobre as favoritas: a Mota-Engil vai ganhar com expansão internacional, a REN é um porto seguro, a Sonae tem vários pontos de ganhos e a Sonae Capital está exposta a muitas oportunidades.