UGT

Patrões não desistem da reforma laboral. CIP vai propor novo calendário de negociações

"Grande desapontamento" e "oportunidade perdida para o país". Foram estas reações das confederações patronais ao chumbo no Parlamento do pacote laboral. A CIP promete voltar a insistir em mudanças na lei ainda antes do verão, na próxima reunião da Concertação Social. UGT já rejeitou a ideia.
Patrões não desistem da reforma laboral. CIP vai propor novo calendário de negociações

UGT saúda rejeição de reforma laboral que “fragiliza trabalhadores, famílias e sindicatos”

De acordo com a central sindical, as alterações visavam "reforçar o poder e a discricionariedade dos empregadores, cortando direitos, fragilizando trabalhadores, famílias e sindicatos", ao mesmo tempo que "desregulava horários, fomentava a precariedade, atacava a negociação coletiva e o direito à greve, atentando contra a dignidade do trabalho e contra a Constituição".
Inês Amado19 Jun
UGT saúda rejeição de reforma laboral que “fragiliza trabalhadores, famílias e sindicatos”

UGT acusa Governo de intransigência e rejeita versão final da reforma laboral “Trabalho XXI”

Uma rejeição tomada por unanimidade face a uma versão que o próprio Governo designou como “final para acordo”, deixando claro que pretendia encerrar negociações face ao “pré-acordo” já assumido pelos empregadores. Ainda assim, a UGT reafirmou a sua disponibilidade para o diálogo, crente na capacidade e no empenho de todos para realizar sempre um esforço de construção e consenso.
Teresa Cotrim8 Mai
UGT acusa Governo de intransigência e rejeita versão final da reforma laboral “Trabalho XXI”

O nó górdio da lei laboral

Estão abertas as primeiras tensões com a área política de Seguro, que se acabar por vetar a lei que sair do Parlamento, levará a que a maioria de direita fique isolada. O Chega está disposto a ajudar o Governo na lei laboral, ainda que com condições, e o PS já recusou aprovar esta proposta.
O nó górdio da lei laboral

UGT decide hoje revisão da lei laboral com novo chumbo à espreita

A lei laboral está em suspenso, com a expetativa da reunião da UGT desta quinta-feira poder definir um acordo, após nove meses de negociações. Mas os sinais apontam já para rejeição do pacote laboral após encontro com Seguro. Dirigentes da central sindical já se posicionaram contra. Com novo chumbo, proposta de alterações ao Código do Trabalho segue para o Parlamento.
UGT decide hoje revisão da lei laboral com novo chumbo à espreita