UGT

Viva la revolución!

Num momento da nossa história em que personagens sinistros como Ventura ganham protagonismo seria importante ter sindicatos e líderes sindicais com força, conhecimento e alguma sabedoria para dar resposta às pulsões antidemocráticas tanto na moda.
André Macedo10 Abr
Viva la revolución!

Topo da agenda: o que não pode perder esta quinta-feira

O secretariado nacional da UGT reúne-se hoje. Daí poderá ser conhecida a posição da central sindical sobre a proposta da reforma laboral que tem vindo a discutir com as confederações patronais e o Governo. António José Seguro, prossegue Presidência Aberta nos concelhos de Pombal, Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Alvaiázere. 
Filipe Gil9 Abr
Topo da agenda: o que não pode perder esta quinta-feira

Governo deixa cair mexidas na duração dos contratos a prazo

Na última reunião entre Governo, patrões e UGT, foram fechados sete pontos que ainda não tinham acordo. Entre eles a duração dos contratos a prazo, tendo caído novos limites propostos pela ministra do Trabalho. Também na reintegração dos trabalhadores após despedimentos ilícitos já não vai ser estendida a todas as empresas, alargando-se apenas para PME. Órgão máximo da central sindical decide esta quinta-feira se há, ou não, acordo.
Governo deixa cair mexidas na duração dos contratos a prazo

Lei laboral. Parceiros mais próximos nos temas “quentes” e ministra não descarta acordo em breve

Patrões, UGT e Governo voltaram às negociações e à primeira reunião houve logo acordo condicional em pontos sensíveis como a duração mínima dos contratos a termo, revelou a CIP. A ministra do Trabalho afirma que um acordo no próximo encontro “depende da dinâmica” dos parceiros sociais. Todos, sem exceção, mostraram-se confiantes, reconhecendo que o diálogo melhorou. CGTP protestou em frente ao Ministério do Trabalho.
Lei laboral. Parceiros mais próximos nos temas “quentes” e ministra não descarta acordo em breve

Patrões e UGT viram “maior disponibilidade” e “atitude diferente” para negociar alterações à lei laboral

"Foi um dia bom (...) foi um dia bom porque pareceu que havia uma disponibilidade maior de nos entendermos", disse o presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Armindo Monteiro, à saída da reunião entre Governo, UGT e as quatro confederações empresariais, sublinhando que essa disponibilidade veio de todos os presentes na reunião.
Patrões e UGT viram “maior disponibilidade” e “atitude diferente” para negociar alterações à lei laboral