Alegando defender a Ucrânia e a própria Europa, os EUA esqueceram-se do mais importante conselho de Sun Tzu, “A excelência suprema consiste em subjugar o inimigo sem ter de lutar”.
Com ou sem Trump, os EUA não vão poder continuar a ser os polícias do mundo para sempre. É chegada a altura de, com visão e sem preconceitos, criar uma arquitetura de segurança, que passa pela reforma da NATO e o aprofundar do papel da UE.
Às incertezas do cenário internacional, que incluem o do comportamento da economia europeia, que tem vindo a abrandar, juntam-se as múltiplas crises herdadas da última legislatura, porventura com os problemas de sempre à cabeça: habitação, saúde e educação.
Esta decisão de desqualificar Trump para o cargo de chefe de Estado segue a posição do Supremo Tribunal do Colorado, que surpreendeu este mês ao excluir o magnata republicano das primárias daquele Estado.
Engoron anunciou a data na abertura do julgamento contra Trump num tribunal de Nova Iorque, numa sessão em que o magnata compareceu pessoalmente para assistir à exposição dos argumentos da sua defesa e insistir na validade das suas declarações financeiras e no valor das suas propriedades.
As primárias norte-americanas estão a aproximar-se e, logo a seguir, são as presidenciais. Entre idas a tribunal e detenções, nada serve para abalar a confiança que os norte-americanos depositam no ex-presidente. Ron DeSantis é história e mesmo Joe Biden, provável candidato democrata, pouco parece conseguir fazer para se aproximar de Trump.
A decisão da juíza distrital dos EUA, Tanya Chutkan, negou um pedido da defesa para adiar o julgamento até abril de 2026, cerca de um ano e meio após a eleição de 2024, mas também o marca para depois da data de janeiro proposta pela equipa do procurador especial Jack Smith.
Autocolantes por 12 dólares ou camisolas por 34. Depois de ver a sua fotografia de detenção divulgada, Donald Trump aproveitou a publicidade gratuita e lançou uma linha de merchandising para apoiar campanha presidencial.
“Um grande, complexo, detalhado, mas irrefutável relatório sobre a fraude eleitoral presidencial que ocorreu na Geórgia está quase completo e vou apresentá-lo numa importante conferência de imprensa”, anunciou o antigo governante, através das redes sociais.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump declarou-se hoje "não culpado" das novas acusações, divulgadas no final de julho, no caso sobre a alegada gestão negligente de documentos confidenciais da Casa Branca.
O antigo presidente dos Estados Unidos foi acusado de quatro crimes por alegada tentativa de reverter o resultado das eleições presidenciais de 2020. Uma acusação que se vem somar a dezenas de outras, nos últimos meses.
O antigo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrenta uma acusação de retenção de informação de documentos da área da defesa e duas acusações de obstrução.
Basicamente, continuamos com as mesmas preocupações na escolha (errada) de líderes que influenciam a vida de milhões de pessoas, como já o fazíamos na Grécia e Roma antigas.
Trump, que também é candidato à Casa Branca em 2024, tornou-se na semana passada o primeiro ex-presidente dos Estados Unidos a ser indiciado criminalmente pela justiça federal, por se ter apropriado ilegalmente de documentos confidenciais e ter dificultado os esforços do Departamento de Justiça para recuperar esses registos.