Autor: Carlos Branco, Major-General

Vai ser mesmo até ao último ucraniano?

A complexidade da resposta aumenta quando se insere na equação aquilo que na resolução de conflitos se designa por "momento maduro", ou seja, o momento em que o conflito está pronto para ser negociado e em que a probabilidade de sucesso de um processo diplomático aumenta significativamente.
Vai ser mesmo até ao último ucraniano?

Como explicar a demissão de Fedorov?

As forças armadas ucranianas não só não conseguiram recuperar terreno como todos os dias recuam, assim o dizem as agências ucranianas Deep State e AMK Mapping. Quem está a ganhar não muda simultaneamente o ministro da Defesa nem o responsável máximo pela campanha militar.
Como explicar a demissão de Fedorov?

Uma semana de guerra no Irão

Com o ataque ao Irão, Trump envolveu-se simultaneamente em duas crises estratégicas. No início do século XXI, Washington evidenciou uma enorme dificuldade em lidar ao mesmo tempo com o Afeganistão e o Iraque. Os resultados dessas decisões são conhecidos.
Uma semana de guerra no Irão

Um casamento sem noiva

Apesar de Israel ter tentado sabotar as negociações preparatórias da segunda fase da retirada das forças de ocupação, parece incontornável que terá de viver com um cessar-fogo permanente, porque Trump assim o quer.
Um casamento sem noiva

Estamos tramados

A histeria sobre a ameaça russa à Europa permite à burocracia europeia destinar mais fundos à defesa e, em última análise, desenvolver uma narrativa que pode conduzir a um ponto sem retorno.
Estamos tramados

Trump a gozar com quem trabalha

É com uma ironia mordaz que Trump se afasta da guerra na Ucrânia e transfere “a pasta” para os europeus. Mentes ingénuas esperavam outro desfecho julgando que Trump não se lembraria da forma como foi tratado pelos europeus durante a campanha eleitoral norte-americana e de que lado da barricada estiveram.
Trump a gozar com quem trabalha

A coligação dos indispostos

Macron queria que os EUA se comprometessem, mas, do “outro lado da linha”, não só não veio qualquer comprometimento, como Macron ouviu o que não esperava. Os EUA não colocarão forças terrestres na Europa, nem funcionarão como backstop das forças europeias.
A coligação dos indispostos

As cimeiras de Anchorage e de Washington

Zelensky e os europeus, que há um ano se preparavam afanosamente para organizar uma conferência de paz na Suíça, sem a presença da Federação Russa, desesperaram agora por um convite para se sentarem à mesa das negociações, apesar de se desconhecer qualquer proposta de paz da sua parte.
As cimeiras de Anchorage e de Washington

Os títeres

Para os títeres, a Amnistia Internacional, a Human Rights Watch e todos os principais especialistas em genocídio e autoridades de Direitos Humanos estão equivocados e ao serviço do Hamas por considerarem os acontecimentos em Gaza um genocídio.
Os títeres

Os indigentes

A Europa é chefiada por indigentes e Trump perdeu-lhes o respeito, se é que alguma vez o teve. Além de despedaçar a Europa, Trump mostra o seu desprezo pelo projeto europeu que poderia vir a desafiar o poder norte-americano.
Os indigentes