O fim do PRR não deve ser apenas um momento de celebração política nem outro pretexto para a disputa partidária sobre quem fez mais. Chegou o tempo da avaliação independente, da transparência e da prestação de contas.
María Rosa Rotondo, presidente da PACE, realça a importância da regulamentação do lóbi. Na conferência O Impacto Económico dos Assuntos Públicos em Portugal, que teve lugar nesta tarde na FLAD, discutiu-se o tema que está a marcar a atualidade depois da Operação Influencer, que levou à demissão do primeiro-ministro.
A verdade é que, para muito boa gente no PS (e no PSD), interceder junto de um ministro para “desbloquear” projetos é perfeitamente legítimo, mesmo que esteja em causa um favorecimento indevido.
Durante a minha investigação, deparei-me com um consenso tão surpreendente quão promissor: o reconhecimento coletivo do caráter corrosivo e destrutivo do compadrio e das cunhas. Este consenso raro abre uma oportunidade única para agir, desde que surjam líderes à altura da responsabilidade que tal desafio exige.
Segundo o estudo O Estado da Compensação 2023, divulgado esta quarta-feira pela Coverflex, mais de metade os inquiridos defende uma política salarial transparente com a afixação dos salários nas empresas.
Na área da habitação o BE vai propor tetos máximos nas rendas, limites ao alojamento local e moratória à construção de novos hotéis e empreendimentos de luxo.
A Comissão Europeia lançou hoje uma Base de Dados sobre Transparência da Lei dos Serviços Digitais, que visa garantir que plataformas digitais, como redes sociais, fornecem "informações claras e específicas" aos seus utilizadores, dada a nova legislação comunitária.
Nem sempre mais recursos ou mais investimento significa uma melhor administração pública. Há medidas avulsas que o Estado português tem procurado incentivar, mas nem sempre com grande sucesso.
As novas leis de Serviços Digitais (DSA) vão entrar em vigor na sexta-feira, exigem que as empresas façam mais para proteger e combater a desinformação e outros problemas proeminentes nestes meios, e serem mais transparentes nos seus processos algorítmicos e anúncios direcionados.
A primeira ilação que retiro das eleições em Espanha é a da necessidade dos sociais-democratas portugueses serem absolutamente claros quanto às alianças que irão ou não fazer após, ou antes, das eleições.
A desigualdade continua a ter um rosto marcadamente feminino, mas ao menos que não o seja no Tribunal a quem cabe ser o garante máximo do respeito pela Lei Fundamental.
Se está a pensar em adquirir uma viatura importada, é fulcral que se informe previamente sobre todo o processo e que tenha em conta as leis, regulamentações e despesas envolvidas.
A meu ver, os dados foram lançados por Cavaco. As hostes do PSD têm de se apressar e construir uma sólida comunicação baseada na ideia de que o PSD tem as pessoas, o conhecimento, a experiência e o projeto para arrancar o país do marasmo.
A opacidade, a falta de transparência e sobretudo a dúvida no funcionamento das instituições democráticas são uma doença perigosa, com uma cura lenta e dolorosa para os portugueses.
A mudança é silenciosa e pode ser ainda pouco visível, mas está em curso. Governos, empresas e instituições estão a proceder a testes e provas de conceito, pelo que a blockchain promete marcar de forma irreversível o curso da economia e as rotinas da sociedade.
O centro de investigação aos algoritmos será inaugurado pela Comissão Europeia, na cidade de Sevilha. O grupo de peritos em dados está espalhado por Espanha, Bélgica (Bruxelas) e Itália (Ispra).