Comprar bem exige perguntar não apenas o que torna uma propriedade atrativa hoje, mas também o que continuará a torná-la desejável daqui a dez ou quinze anos.
Os modelos estão a convergir em qualidade e a cair a pique no preço, e a distância entre o primeiro e o quinto mede-se em meses. Passa a interessar quem consegue redesenhar um processo e mostrar o efeito nas contas.
Num tempo em que quase tudo se tornou reativo, criar um intervalo entre o que acontece e a resposta que damos é uma das práticas mais salutares. Um não fazer que faz muito.
As palavras apontaram à catástrofe iminente, mas o tom de voz foi sereno, até nas críticas à sociedade. O reputado filósofo germano-coreano Byung-Chul Han abriu a conferência inaugural do Babell, no Porto, com lotação há muito esgotada. Pensar foi o verbo que mais invocou. Idealmente num jardim.
“Entre as 00:00 e as 07:45 de hoje foram registadas um total 490 ocorrências relacionadas com esta meteorologia adversa, sendo que a região Metropolitana do Porto foi a mais afetada e as ocorrências mais significativas estão relacionadas com quedas de árvores e inundações”, disse à agência Lusa Paulo Santos, da ANEPC, realçando não haver registo de vítimas ou danos de maior.
A flexibilidade que nos deveria beneficiar origina afinal uma negociação infindável para delimitar a vida de trabalho e a vida pessoal. Sem fronteiras claras, a flexibilidade torna-se uma sobrecarga.
Parece uma lição simples, mas aliar a paciência com a sabedoria coletiva parece-me uma forma de estar que poderia ajudar muitas empresas a resolver problemas persistentes.
A transformação social também se faz através do voluntariado: as aprendizagens, experiências e contacto com outros contextos traz valor para dentro das famílias, escola ou empresas.
Beber muita água, fazer refeições ligeiras e procurar lugares frescos são algumas das dicas que podemos oferecer para refrescar a todos os consumidores.
Ao que parece cinco gerações não foram o suficiente para mudar o ser humano, apesar de este ter sido protagonista de mudanças incríveis desde então à sua volta.
Para quando uma autoridade metropolitana dos transportes com poderes efetivos? Hoje continua a não haver uma visão verdadeiramente integrada sobre a mobilidade na AML e não só.
As férias servem para abrir espaço entre nós e as exigências do real. Nesse intervalo pensamos na vida, propiciam-se balanços suaves, que se fazem sentindo e não por cálculo.
Como sensibilizar comunidades para a importância das estratégias de ESG se, quando chove, ficam sem teto, ou têm grande dificuldade em perceber o porquê de não se deitar coisas para o chão?