A oposição une-se esta quarta-feira no Parlamento para confrontar o Governo com a "insuficiência" das medidas de combate à subida de preços decorrente do conflito no Médio Oriente. Partidos exigem medidas que vão da descida automática de impostos sobre combustíveis à fixação de margens de lucro.
“É preciso fortalecer os laços entre Portugal e Venezuela, porque neste momento estão em zero. É importante que leve esta mensagem ao Governo português. Uma vez que há um Presidente novo, a sua nova gestão pode intervir”, disse Pablo Silva durante um almoço promovido por empresários.
“Fomos informados de que a Presidente teve que se deslocar com urgência a La Guaira. Hoje teremos um encontro com a comunidade em Los Teques e está prevista a reunião com o ministro dos Negócios Estrangeiros venezuelano, Yván Gil, disse Carneiro.
"O PS rejeita que o Chega possa integrar, por exemplo, o Tribunal Constitucional ou até de participar na lista conjunta que fizemos há dois anos para integrar o Conselho de Estado", disse André Ventura.
PS pediu esta segunda-feira o adiamento do prazo de entrega das candidaturas e das eleições para os órgãos externos do Parlamento, previstas para 1 de abril. Em causa está a eleição do Provedor de Justiça, cinco membros para o Conselho de Estado e três juízes do TC.
Durante o debate parlamentar, os partidos de direita acusaram os de esquerda de tentarem impor controlos às rendas, e estes acusaram os de direita com a desregulação total e a desproteção das famílias.
“Pelos vistos, o Governo não se entende com os parceiros que são essenciais para conseguir viabilizar uma reforma, neste caso da legislação laboral”, afirmou José Luís Carneiro, em Évora.
O recandidato a líder socialista, José Luís Carneiro, defendeu hoje que cumpriu “com zelo” a missão de dirigir o PS quando o “declínio parecia irreversível” e que uniu o partido, considerando inaceitáveis posições de “colocar uns contra os outros”.
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, recandidata-se ao cargo e propõe, na sua moção global de estratégia, instituir uma Comissão de Ética para “avaliar as transgressões ao Código de Ética e a dar pareceres, orientações e formação regular sobre ética” e a criar um “canal de denúncias interno”, que será gerido por aquela comissão.
O Parlamento debate esta quarta-feira propostas para garantir o pagamento de 100% do salário líquido aos trabalhadores em lay-off devido às recentes intempéries. O Governo avisa que a alteração viola a "lei travão" ao aumentar a despesa prevista no Orçamento.
Armindo Monteiro, presidente da CIP apela a que o PTRR não se transforme “numa político-partidária”. A AEP alerta para as dificuldades no curto-prazo, “temos empresas que estão sem laborar”, sublinha o seu presidente, Luís Miguel Ribeiro. Por sua vez, os partidos da oposição criticam "falta de medidas concretas".
Medidas foram aprovadas na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública com os votos favoráveis de PSD, Iniciativa Liberal e CDS e abstenção do Chega e Livre.
O novo inquilino de Belém já sinalizou que “não há desculpas”, insistindo que este é o momento para o Governo e os partidos encontrarem soluções duradouras para os problemas do país.
José Luís Carneiro disse ser insuficiente o prolongamento da situação de calamidade até dia 8 de fevereiro “para responder aos conjuntos das necessidades”.
“Algumas dessas medidas são medidas recorrentes e repetitivas em relação a ocasiões anteriores. Há medidas positivas, mas há medidas insuficientes”, afirmou Carlos César aos jornalistas, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, após ter votado antecipadamente na segunda volta das eleições presidenciais de domingo.
António José Seguro exigiu esta terça-feira resultados para que “os portugueses tenham saúde a tempo e horas”, rejeitando estar a pressionar do Governo, mas apenas a garantir que todos colaboram no mesmo sentido.
Seguro venceu, destacado, quando falta apurar o resultado de nove consulados. Mas o jogo das presidenciais ainda vai a meio. Nas eleições mais disputadas de sempre, foram muitos os perdedores.
José Luís Carneiro apelou às Nações Unidas e autoridades internacionais para que salvaguardem o direito internacional na Venezuela, manifestando apoio ao Governo nas diligências que defendam a comunidade portuguesa.