Em declarações à agência Lusa, o líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, disse ser importante perceber quem é que deu autorização para classificar essa viagem - na qual foram apreendidos cinco milhões de euros em numerário - como voo de Estado, “quando o presidente Sissoco já não era presidente, estava deposto e, aliás, fora da Guiné-Bissau”.
Brilhante Dias, líder parlamentar do PS, assinala que o anteprojeto do Governo "Trabalho XXI" propõe um conjunto de alterações que "ou caem" ou "provavelmente" não terá o acordo da UGT.
Brilhante Dias, líder parlamentar do PS, afirma que a greve geral desta quinta-feira, contra o pacote laboral, é a todos os títulos um grande êxito e devemos felicitar a grande capacidade de mobilização das centrais sindicais, quer da UGT quer da CGTP".
O secretário-geral do PS considerou que “é pouco digno” do primeiro-ministro fazer um “leilão de valorizações salariais”, depois de Luís Montenegro ter falado num salário mínimo de 1.600 euros, dias antes de uma greve geral.
O PS quer que a lei reconheça a figura da empresa estudantil e o estatuto do estudante empreendedor, que garanta que estes alunos possam cumprir com “direitos, disponibilidade, proteção e responsabilidade” as funções que assumem nessas empresas.
“Este Orçamento não tem credibilidade, o Governo desbaratou os recursos que herdou dos Governos do PS. Este não o Orçamento do PS e não corresponde à nossa visão de desenvolvimento do país, e não responde às necessidades económicas e sociais [do país]. E não apoia famílias e empresas”, defendeu o líder do PS, na sessão de encerramento do Orçamento do Estado para 2026.
A proposta avocada para o terceiro dia de debate na especialidade, em plenário, do Orçamento do Estado para 2026 (OE2026), foi aprovada com votos contra do PCP e Iniciativa Liberal (IL), abstenção do Chega e Bloco de Esquerda e votos a favor dos restantes partidos.
Numa intervenção no primeiro dia de debate na especialidade da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2026, Miguel Costa Matos disse que o “PS é um partido responsável e vai cumprir com as suas responsabilidades” no processo orçamental, optando pela abstenção “na generalidade das propostas” de alteração apresentadas pelos partidos.
José Luís Carneiro considera que o Governo revela ter "uma visão pouco democrática, pouco tolerante e até desconhecedora da histórico do significado do pluralismo da vida sindical". Ministra do Trabalho lamenta que a UGT se tenha associado à greve do dia 11 de dezembro, considerando ser uma decisão "extemporânea".
"No nosso entender alguém devia ter a gentiliza de transmitir à ministra da Saúde que não tem condições para continuar", referiu no Largo do Rato, salientando que essa responsabilidade cabe ao primeiro-ministro.
Juventudes partidárias apresentam visões contrastantes sobre o acesso ao Ensino, o valor das propinas e o papel do Estado na garantia da igualdade de oportunidades. Documento é votado esta terça-feira na generalidade com estudantes de todo o país a manifestar-se em Lisboa contra o descongelamento das propinas.
O secretário-geral do PS lança o desafio ao Governo para que este aumente as pensões mais baixas, contudo o Governo afirma estar indisponível de o fazer pelo segundo ano consecutivo.
Costa Matos critica Governo por “dar com uma mão e retirar com a outra” e de cortar nos apoios aos agricultores. “Este é um bom orçamento, que vai no caminho certo”, contrapõe Paulo Núncio.
Em comunicado, os vereadores socialistas de Lisboa consideram “muito graves” as conclusões do relatório preliminar do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), que detetou falhas e omissões na manutenção do ascensor, apontando também a falta de formação dos funcionários e de supervisão dos trabalhos efetuados pela empresa prestadora do serviço.
Deputado Miguel Costa Matos lembra que não há nenhuma instituição, além do Governo, a prever um excedente orçamental, e que a Aliança Democrática o faz com base em "truques", como por exemplo a quebra no investimento, a suborçamentação da saúde, os cortes de 400 milhões de apoios aos agricultores e e 1500 milhões nas politicas de combate às alterações climáticas.
Santos Silva participou esta tarde nas jornadas parlamentares do PS, em Penafiel, distrito do Porto, tendo no final sido questionado pelos jornalistas sobre o apoio decidido na véspera pela Comissão Nacional socialista à candidatura do ex-líder do partido António José Seguro nas eleições presidenciais de janeiro do próximo ano.
José Luís Carneiro, alertou para o “risco crescente” do populismo e da demagogia na Europa, defendendo que os partidos social-democratas devem responder com “soluções concretas”.
Pedro Nuno Santos dá vários exemplos para demonstrar que coligações à esquerda teriam feito toda a diferença no desfecho da noite eleitoral de domingo. Lisboa à cabeça. Se o PCP tivesse aceitado o convite dos socialistas, a presidente da Câmara de Lisboa era Alexandra Leitão e o vice-presidente João Ferreira, diz o antigo líder e responsável pela escolha dos candidatos autárquicos.