Em entrevista à agência Lusa, José Luís Carneiro assume que já disse ao antigo governador do Banco de Portugal e ex-ministro das Finanças de António Costa, Mário Centeno, que gostaria de contar com o seu contributo no PS.
Em entrevista à agência Lusa, o líder do PS diz que o Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) ainda está longe e que vai aguardar pela posição do Governo, deixa avisos sobre a estabilidade e a relação do executivo com o seu partido e anuncia o fim do modelo das cartas ao primeiro-ministro.
Em entrevista à agência Lusa, o secretário-geral do PS acolhe o regresso do antecessor Pedro Nuno Santos ao parlamento, responde à recente recusa do ex-ministro Duarte Cordeiro para integrar os órgãos do partido e afasta a ideia que esteja a surgir uma oposição interna não assumida que possa vir a disputar a sua liderança perto de umas eleições.
“O que está a acontecer com o Governo é que se aplica ao Governo aquilo que outrora a [antiga presidente do PSD] Dra. Manuela Ferreira Leite falou do Governo do PS, da asfixia democrática”, defendeu José Luís Carneiro em entrevista à agência Lusa.
Durante uma visita ao Mercado de Alvalade, em Lisboa, José Luís Carneiro foi questionado pelos jornalistas sobre a recusa do ex-ministro Duarte Cordeiro do convite para integrar a Comissão Política Nacional e o regresso do ex-líder do PS Pedro Nuno Santos ao parlamento na quarta-feira.
Esta decisão foi anunciada pelo líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, que adiantou que este pedido está a ser preparado e será apresentado até à próxima terça-feira.
A lista A, que foi subscrita pelos socialistas, elegeu apenas o presidente do PS, Carlos César, tendo obtido 67 votos. Já a lista B, conjunta entre PSD e Chega, teve 141 votos. Registaram-se ainda oito brancos e nove nulos.
PSD, PS, Chega e IL exigem ao Governo português o reforço da proteção consular e apoio financeiro à comunidade luso-venezuelana, descrevendo a Venezuela como um país num "equilíbrio instável" 100 dias após a captura de Nicolás Maduro. Os partidos convergem na necessidade de apoiar a vasta diáspora portuguesa, alertando para a transição incerta e a crise económica na região.
Tiago Antunes foi secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros com o primeiro-ministro António Costa, é professor auxiliar da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e investigador principal no CIDP – Centro de Investigação de Direito Público.
Na nota, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista (GPPS) anuncia que “chegou, com o Grupo Parlamentar do PPD/PSD (GPPSD), a um entendimento político global quanto à composição das listas dos órgãos externos a eleger pela Assembleia da República”.
No mesmo comunicado, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista anunciou que “chegou, com o Grupo Parlamentar do PPD/PSD (GPPSD), a um entendimento político global quanto à composição das listas dos órgãos externos a eleger pela Assembleia da República”.
A social-democrata Leonor Beleza considerou também que o PS “tem alguma dificuldade em ver-se como um partido da oposição” e que isso se via na forma como apresentaram as suas propostas.
No encerramento do 25.º Congresso Nacional do PS, o secretário-geral socialista reeleito, José Luís Carneiro, disse que a reforma da legislação laboral será rejeitada pelos socialistas e acusou o Governo de estar “do lado do passado”,
A lista encabeçada por Ricardo Gonçalves, que foi apresentada apenas com sete nomes”, anunciou o presidente da mesa, Carlos César, no decurso dos trabalhos do 25.º Congresso Nacional, que decorre em Viseu.
A ex-ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho afirmou, hoje, no 25.º Congresso do PS, em Viseu, que os socialistas devem ser intransigentes na defesa das pessoas e que essa posição deve evidenciar-se em relação ao pacote laboral proposto pelo Governo, rejeitando-o.
Ricardo Gonçalves disse que a lista à Comissão Nacional e aos órgãos nacionais será encabeçada por si e pediu à Mesa do Congresso tempo de antena para poder defendê-la.
Carlos César, reeleito presidente do PS, defendeu, este sábado, 28, que o partido deve continuar a “querer ser parte das soluções” apesar da “surdez e défice democrático” do Governo, contribuindo para que o executivo “seja o menos mau possível”.