O Museu Kröller-Müller, nos Países Baixos, reúne pela primeira vez, numa única exposição, as 88 pinturas de Van Gogh que integram o seu acervo. Uma exposição arrojada em torno da fé, esperança e amor.
Perceção sensorial, impacto humano no planeta e migrações são os temas chave numa 'rentrée' que também envolve a Trienal de Arquitectura de Lisboa e a artista Isabelle Ferreira, e uma instalação de grande escala do artista angolano Kiluanji Kia Henda. São as 'manobras de outubro' do MAAT.
A Fondation Louis Vuitton está transformada no “cabinet” de David Hockney. Um singular feito de imensos plurais coloridos que espelham 70 anos do trabalho criativo do pintor inglês, nome ligado à fundação da Arte Pop britânica. Mais uma boa desculpa para ir até Paris.
A partir de 8 de abril, o público volta a poder desfrutar dos murais criados por Almada Negreiros para as gares marítimas de Lisboa. Um tesouro que, depois de afrontar o Estado Novo, vem agora enriquecer o património cultural da cidade.
Conhecido e reconhecido internacionalmente, Rui Moreira tem sido pouco visto por cá. A retrospetiva que agora se apresenta no MAAT, em Lisboa, é a melhor desculpa que podemos ter para mergulhar fundo na sua obra.
A partir de sábado, 15 de fevereiro, na Póvoa do Varzim, há Correntes d'Escritas, um festival literário que assinala os 500 anos do nascimento de Camões e presta homenagem à escritora Maria Teresa Horta.
Disseminar “a reflexão cultural e o pensamento crítico” faz parte da missão da Universidade do Porto, que agora apresenta a exposição "Aula Invisível", em colaboração com a Fundação Ilídio Pinho, para dar a fruir obras que raramente estão acessíveis ao público.
Nasceu em Guimarães e adotou o nome da terra natal para assinar as suas obras. O reconhecimento internacional das suas múltiplas facetas chegou cedo. Pintor, escultor, colecionador, antropólogo amador, designer involuntário, José de Guimarães é uma mente inquieta e curiosa que não desiste de descobrir o que pode aproximar as civilizações.
O Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva celebra o seu 30º aniversário com um novo ciclo expositivo e uma nova identidade visual, além de um programa alargado e de entrada livre nos dias 23 e 24 de novembro.
O Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, em Lisboa, celebra o seu 30º aniversário e a entrada numa nova era pela mão de quem o vai pensar e “sentir”. Para Nuno Faria, fomentar encontros e contar histórias, promovendo a escuta, é uma missão a cumprir através da arte. Já a partir de dia 20 de novembro.
O lisboeta Jorge Martins e o milanês Martino Berghinz tanto dialogam como confrontam questões estéticas. Um encontro que estimula o 'ver' e o 'refletir'. Até 21 de junho, duas práticas se cruzam na Galeria O Santuario, em Lisboa.
Desenhos-pinturas de Cristina Castro podem ser vistas até dia 29 de abril, na Galeria da Cisterna, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
CEO diz ao Jornal Económico que a empresa considera o resultado “muito bom”, porque levou a um acréscimo das operações diretas das duas marcas em quase 20%, o equivalente a cinco milhões de euros. João Carvalho deixa ainda sugestões ao novo Governo: usar os certificados energéticos das casas para dar melhores condições fiscais ou no crédito à habitação.
No ano de celebração dos 50 anos do 25 de Abril, o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, propõe uma programação que se pauta pelo tema "Liberdade e Transgressões".
Cássio Markowski venceu o prémio Sovereign Portuguese Art Prize 2023 com uma obra em que parte de um olhar contemporâneo voltado para a ancestralidade. Conheça as obras que integram esta edição e participe votando. O Prémio do Público será anunciado no final da exposição, a 16 de dezembro.
“Álbum de Família” ilustra as muitas as possibilidades de (re)começo da coleção constituída por Maria da Graça Carmona e Costa. Um “álbum” que nos mostra a extraordinária inventiva da arte contemporânea portuguesa. Para ver no MAAT e na FCC até início de 2024.
O verão não se faz apenas de sol e mar, bebidas frescas e brisa com salpicos de espuma. Pode, também, saborear-se em jardins e dentro de portas, em galerias ou museus num cocktail de estímulos para a mente e para os sentidos.
A maior exposição retrospetiva do pintor, ceramista, ilustrador, caricaturista e gráfico português está patente no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa, até final de agosto. Uma viagem em torno da versatilidade de Jorge Barradas.
Na exposição “Metamorfoses – Os rios que transbordam e desabam”, a artista Ilda David convoca memórias, homenagens e poesia. Muita. Pictórica e literária. Para ver na SNBA, em Lisboa, até 22 de julho, com entrada livre.
Se um Rembrandt é muito caro, uma tatuagem das suas obras mais emblemáticas pode ser uma alternativa. Proposta da Casa-Museu Rembrandt, em Amesterdão, esgotou as vagas em menos de 15 minutos.