O Museu Kröller-Müller, nos Países Baixos, reúne pela primeira vez, numa única exposição, as 88 pinturas de Van Gogh que integram o seu acervo. Uma exposição arrojada em torno da fé, esperança e amor.
Em 2016, o MAAT redesenhou a frente ribeirinha de Belém, em Lisboa. A abrir a segunda década do museu está Pedro Cabrita Reis, um dos artistas portugueses com maior projeção internacional.
Há 65 anos, a Fundação Guggenheim emprestou uma pintura de Picasso à Universidade de Pittsburgh para uma exposição. Desapareceu sem deixar rasto. Em 2023, a instituição soube do seu reaparecimento e exigiu a devolução da obra. Perante a recusa dos atuais proprietários, avança para tribunal.
Aos 78 anos, a pintora Graça Morais não mente a si própria. Pinta as dores do mundo, as caminhadas do medo que habitam o ser humano. “Nem todos os artistas pintam cenas trágicas, mas o seu papel é dizer a verdade.” Até 13 de setembro, no Palácio Anjos, em Algés, vale a pena enfrentar a sua perplexidade perante um mundo que se estilhaça.
A obra “Composition III”, do pintor neerlandês Piet Mondrian, vai a leilão em Londres em outubro, com uma estimativa entre 20 e 30 milhões de libras (23 e 35 milhões de euros), anunciou hoje a leiloeira.
O Palácio Nacional da Ajuda passou a expor em permanência um retrato do rei Luís I (1838-1889), pintado por Miguel Ângelo Lupi (1826-1883), na sequência de um depósito proveniente da coleção da Caixa Geral de Depósitos (CGD).
A exposição "XIV Steps", de Pedro Cabrita Reis, inaugurada em maio paralelamente à 61.ª Bienal de Arte de Veneza, recebeu cerca de 7.800 visitantes nos primeiros três meses, anunciou a assessoria oficial do artista.
O Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto, inaugura na quinta-feira a exposição “Alice Neel: Beautifully Imperfect”, que explora os retratos da pintora norte-americana 'colecionadora de almas', cujas obras retratam temas como identidade, intimidade e luta social.
O que é o Museu Nacional de Arte Contemporânea? Eis a resposta em três palavras:“contemporâneo desde 1911”. São mais de 6.000 obras, entre pintura, escultura e novos suportes visuais, desde 1850 até à atualidade. Um museu aberto e plural, diz-nos Filipa Oliveira, diretora do MNAC.
As “pinturas no céu” de Cai Guo-Qiang vão unir as margens do Douro, a convite do Babell, o evento literário que transformará o Porto numa cidade-livro de 24 a 29 de junho. O multipremiado artista tem criado explosões poéticas por todo o mundo. A 27 de junho, apresenta pela primeira vez em Portugal as suas quimeras. Voamos com elas?
Nos seus quase 90 anos de vida e 70 de carreira, David Hockney conseguiu plasmar nas telas a familiaridade que tinha com os retratados e aproximar o público dessa intimidade. Morreu aos 88 anos. Sem nunca abdicar das emoções que marcaram o seu percurso.
Morreu de tristeza, aos 56 anos. Pela ausência do "amor da sua vida", como Marjane chamava ao seu companheiro de vida. No século XXI é um gesto que perturba e nos lembra a sua força e indisciplina. E as portas que abriu às mulheres iranianas. E não só.
A capacidade de ser mais complexo sendo mais simples resulta da depuração que, por sua vez, bebe da experiência. É esta a força da exposição com que o MAC/CCB assinala 40 anos de trabalho de José Pedro Croft, nome maior da arte contemporânea portuguesa.
A artista alemã Anne Imhof testa os limites da arquitetura de Siza Vieira em Serralves. Sem nunca a violentar. E provoca-nos turbulência, física e mental, com as suas obras. Pensamos? Eis o repto.
A Tate Modern, em Londres, convoca o estúdio de Pablo Picasso enquanto palco de um teatro íntimo. Corpos, rostos, em tom de comédia ou tragédia. Picasso preferia esta última para estilhaçar a realidade.
A exposição "Arte e Moda na Coleção Gulbenkian" faz-se também de criadores nacionais, como Maria Gambina e Nuno Gama. Tem curadoria de Eloy Martínez de la Pera e poderá ser vista de 18 de abril a 21 de junho de 2026.
Discípula do grande pintor Ivan Serpa, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, local de discussão do modernismo brasileiro, Claudia Lima construiu uma obra que atravessa o tempo, geografias e culturas. Para ver na 28ART Gallery, no Braço de Prata, em Lisboa, até 30 de outubro.
A exposição “Maria Helena Vieira da Silva: Anatomia do Espaço” vai estar patente no Museu Guggenheim de Bilbau de 16 de outubro a 22 de fevereiro de 2026. Oportunidade para (re)ver uma das artistas abstratas mais celebradas na Europa do pós-guerra.
A exposição "Silêncio e Forma" está patente no Centro Cultural de Cascais, até 19 de outubro. Uma viagem ao 'outro lado do espelho' da artista Inês Galvão.