Era suposto o texto final da cimeira ser tornado público esta terça-feira, mas os antagonismos no interior do processo impediram um acordo sobre o texto final. Talvez amanhã.
Os fundos para ajudar os mais necessitados são cada vez menores. O que quer dizer que há cada vez mais habitantes do planeta a ficarem no 'lado escuro' do sistema. As conclusões são esperadas para este dia de encerramento.
Como pode persistir válido o poder de veto de um só país contra todo o mundo? Sem visar directamente a administração norte-americana, António Guterres reagiu bem. Não deixará de perseguir o objectivo de um cessar-fogo.
A 10 de dezembro, o Dia dos Direitos Humanos, assinala-se o aniversário da adoção da Declaração Universal dos Direitos do Homem em 1948. Nunca é demais relembrar a sua importância.
A ONU considerou que a atual situação vivida "não é mais sustentável" e alertou que com a lei e a ordem a colapsarem "qualquer tipo de operação humanitária é impossível".
Os Estados Unidos vetaram uma resolução do Conselho de Segurança da ONU para um cessar-fogo imediato em Gaza, apresentada pelos Emirados Árabes Unidos e patrocinada por 97 países membros.
Se não consegues prevenir, remedeia. Esta parece ser a mensagem vinda diretamente do Dubai: o fundo não é para prevenir desastres, mas para financiar as suas consequências. O ano de 2023 foi o mais quente de sempre e os participantes da cimeira vão rever os acordos de 1997!
Há uma alteração fundamental dos equilíbrios herdados da II Guerra Mundial e do desmembramento do Pacto de Varsóvia e da União Soviética. As guerras no Médio Oriente e na Ucrânia são manifestações dessa evolução.
Em outubro, as Nações Unidas dedicam uma particular atenção ao processo de descolonização do Sahara Ocidental. E mais uma vez sem conseguir encontrar uma via para uma solução há muito definida.
O ministro da Defesa, Yoav Gallant, afirmou que a operação terrestre está interligada com o esforço para devolver os reféns às suas famílias, de acordo com um comunicado do Ministério da Defesa.
A Islândia é o 14.º país que mais respeita a igualdade de género, mas, a 24 de outubro, mais de 100 mil pessoas saíram à rua, incluindo mulheres governantes, pois consideram que ainda há muito por fazer.
Há muito que tudo o que tem a ver com Israel está 'deformado' pelas opções ideológicas. As reações às palavras do secretário-geral da ONU sobre a guerra Israel-Hamas não podiam em nenhuma circunstância deixar de cumprir esse roteiro. Guterres tinha obrigação de saber isso.
Casa Branca não quer manter a porta aberta às negociações via Qatar. O problema é o negociador israelita, criticado por todas as partes envolvidas. Entretanto António Guterres continua a ser alvo de várias polémicas.
O estado de Israel é irreversível, mas a sua condição excepcional não é irrevogável. Revogá-la é uma condição para a possibilidade escassa de alguma esperança. É uma condição não do passado, mas do nosso tempo, por que somos responsáveis.
Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, o chefe de Estado afirma que "sempre interpretou as sucessivas declarações do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, proferidas desde o injustificável ataque do Hamas em Israel, como sendo conformes à salvaguarda dos valores e princípios decorrentes da Carta das Nações Unidas".
Em declarações aos jornalistas no parlamento, André Ventura manifestou "incómodo e insatisfação" com as palavras do secretário-geral da ONU, que afirmou ser "importante também reconhecer que os ataques do Hamas não aconteceram num vácuo", e que "o povo palestiniano tem sido submetido a 56 anos de ocupação sufocante".
Em Gaza mas também na fronteira com o Líbano, os combates estão a subir de tom. Na frente diplomática, Macron visitou Israel mas não tinha boas notícias, Lavrov foi a Teerão e António Guterres irritou os israelitas.
De acordo com o seu porta-voz, Guterres vai discursar na cerimónia de abertura do evento. Está também prevista uma intervenção numa sessão de alto nível dedicada às questões climáticas.
A resolução foi rejeitada após quatro votos contra, cinco a favor e seis abstenções dos 15 Estados-membros do Conselho de Segurança, com a maioria dos países que vetou o projeto russo a criticar a falta de referência ao Hamas.
"A Comissão aumentará imediatamente o montante atual da ajuda humanitária planeada para Gaza, em 50 milhões de euros. Isto elevará o total para mais de 75 milhões de euros", afirmou a Presidente da CE, Ursula von der Leyen, num comunicado, após uma conversa com o secretário-geral da ONU, António Guterres.