Será possível negligenciar o papel da arquitetura, sabendo que é fundamental para o habitar qualificado e faz também parte de uma das indústrias mais poluentes?
Um comité da Organização das Nações Unidas (ONU) deu um primeiro passo, na sexta-feira, para negociar um tratado sobre crimes contra a humanidade cometidos em qualquer altura e não apenas durante conflitos.
Se falharmos na fórmula e no tempo de ação, estaremos só a acelerar o passo em direção a uma tempestade perfeita de alterações climáticas, perda de biodiversidade e múltiplas formas de desnutrição num mundo em que a população tende a aumentar.
No início de dezembro haverá um "êxodo" muito especial, quando profissionais da fotografia e do vídeo confluírem para a cidade de Aveiro, para partilharem as suas vivências no Exodus Aveiro Fest, inspirando ao conhecimento, à preservação e à descoberta de um mundo que se quer de todos.
O secretário-geral da ONU "reitera total apoio a um processo de mediação liderado pela União Africana (UA) e reafirma a disponibilidade das Nações Unidas para apoiar o reatamento urgente das conversações para se alcançar uma solução política duradoura para este conflito catastrófico".
O atual caminho tem de ser invertido, através de formas de suspender a guerra, sob pena de a próxima recessão económica ser muito mais dramática que a anterior crise das “dívidas soberanas”.
A situação geográfica de Portugal coloca o país na posição de poder contribuir para a governação global do oceano e para tornar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14, dedicado ao Oceano, de forma basilar para a sua perspetiva de desenvolvimento.
Os BRICS estão em crescimento e já causam mossa nas estruturas económicas mundiais instituídas, esperando-se que se consolidem e dinamizem. A economia é, pois, um bom instrumento de questionamento ao injusto sistema mundial vigente.
A votação na Assembleia Geral da ONU relativamente à condenação da Federação Russa pela guerra na Ucrânia leva-nos a crer que reflete a vontade de [ alguns países] desalinharem pela neutralidade, receando o regresso da bipolaridade na Ordem Internacional.
As potências globais reconhecem que, para construir um modelo de governança da Internet estável, empresas de tecnologia, reguladores e polícias nacionais, governos, e a própria ONU têm de colaborar. É um mundo de parcerias público-privadas que começa a abrir-se.
Foi a Rússia de Putin e Lavrov que atacou Kiev, quando o secretário-geral da ONU era recebido por Zelensky, querendo humilhar as Nações Unidas e mostrar que a Rússia está acima da lei, despreza a ONU e só se rege pela lei da força.
É hoje consensual entre todos os observadores independentes que a Rússia não tem respeitado a Convenção de Genebra, de que é signatária, muito em especial no que toca às populações civis.