Identificar novas oportunidades de negócio nos setores dos equipamentos para hotelaria e restauração e das tecnologias de processamento alimentar é a estratégia subjacente à missão.
Procura por destinos turísticos seguros na Europa está a disparar com guerra no Médio Oriente. Sol, praia e segurança longe da guerra no Médio Oriente: este vai ser o mote do verão europeu de 2026.
Num artigo de opinião publicado na sua página, a 28 de março, Nouriel Roubini afirma que as implicações financeiras e económicas do conflito no Médio Oriente vão depender da duração da guerra. BlackRock e Paul Krugman já tinham alerta para perigo de estagflação.
Em relação ao cenário brasileiro, Gabriel Galípolo acredita que o Brasil está “numa posição relativamente mais favorável” que outros países para encarar a variação dos preços do petróleo, uma vez que o país exporta mais do que importa.
Governo anunciou, no último Concelho de Ministros, apoios que se traduzem em mais 10 cêntimos por litro que acrescem aos apoios que já tinham sido aprovados. Conheça as medidas.
Segundo o chefe do governo de Israel, o grupo xiita libanês Hezbollah, apoiado pelo Irão, ainda conserva “uma capacidade residual de lançar ‘rockets’".
No balanço divulgado hoje, o Ministério da Saúde do Hamas elevou para 702 o número de mortos desde então, registando apenas nas últimas 24 horas mais dez mortos e 18 feridos.
O aviso é feito por uma das maiores petrolíferas mundiais, num momento em que a Ásia já sofre com escassez. Fim da guerra deverá ajudar a melhorar o fornecimento.
É da Ásia que sopram as novas oportunidades para os países do Golfo Pérsico. Os EUA já não conseguem proteger os seus aliados na região. Como maiores produtores mundiais, são agora seus concorrentes.
Apesar da pausa na guerra, não se antecipa que o Estreito de Ormuz seja reaberto em breve, o que seria o único fator capaz de acalmar os voláteis mercados de petróleo.
Num mundo marcado por forte instabilidade geopolítica, o turismo passou a ser também uma decisão de segurança. O sul da Europa ganha centralidade e Portugal beneficia dessa perceção.
Durante a conversa com o ministro dos Negócios Estrangeiros egípcio, Badr Abdelatty, Wang reiterou que “a comunidade internacional deve promover ativamente o diálogo entre as partes em conflito” e sublinhou o papel do Conselho de Segurança da ONU neste sentido, segundo um comunicado da diplomacia chinesa.
O mundo do petrodólar está a desabar. Símbolo da hegemonia geopolítica dos EUA está a perder força. Produtores de petróleo do Golfo Pérsico olham cada vez mais para a Ásia como terra de oportunidades.
Angola prevê aumentar a sua produção de gás em 20% até 2030, prevendo exportar mais para a Europa e a Ásia. Investimentos no setor do petróleo e gás deverão atingir 60 mil milhões de dólares até ao final da década. Berlim sabe a importância de diversificar fornecedores após fecho da torneira russa e agora com a guerra no Irão.
A medida também é válida para setores que sofrem ainda os efeitos das tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou em comunicado o Governo do Brasil.
Mark Rutte mostrou o seu apoio aos ataques dos EUA ao Irão e defendeu o envolvimento da Europa. Europeus não gostaram e consideram que o neerlandês mostra-se muito próximo das posições de Trump.
Forças Armadas iranianas dizem que não vão negociar com os EUA depois de ataques nos dois últimos anos durante negociações. Plano de cessar-fogo aborda mísseis balísticos, programa nuclear e rotas marítimas.
A oposição une-se esta quarta-feira no Parlamento para confrontar o Governo com a "insuficiência" das medidas de combate à subida de preços decorrente do conflito no Médio Oriente. Partidos exigem medidas que vão da descida automática de impostos sobre combustíveis à fixação de margens de lucro.
Com o preço do petróleo nos 100 dólares, o mundo procura alternativas à sua grande dependência de combustíveis fósseis, que acarretam riscos económicos e de segurança energética.
Donald Trump terá anunciado tréguas para tentar acalmar mercados. Washington terá conversado com o porta-voz do Parlamento do Irão. Teerão negou negociações com os EUA. EUA querem controlar estreito de Ormuz em conjunto com o Irão.