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Salários a partir de 3.000 euros com alívio do IRS acima dos 200 euros. Veja aqui as simulações da EY

Novo corte do IRS proposto pelo Governo vai resultar numa poupança anual que poderá ser superior a 400 euros face aos atuais escalões do imposto. Reduções propostas variam entre 0,4 pontos percentuais (pp) e 0,6 pp nos oito primeiros escalões já em agosto. Para rendimentos brutos entre 1.200 euros e 6.000 euros, entre o 3º e 7º escalões, alívio varia entre 62 e 414 euros. Bónus supera os 200 euros para salários a partir dos 3.000 euros no 5º escalão. Veja aqui as simulações da EY.
Salários a partir de 3.000 euros com alívio do IRS acima dos 200 euros. Veja aqui as simulações da EY

A Visão Transformadora do Governo AD

A prometida redução do IRS até ao 8.º escalão, com um impacto significativo de dois mil milhões de euros até 2029, demonstra uma clara aposta na valorização do trabalho e no alívio da carga fiscal sobre a classe média. Esta medida, juntamente com a meta de um salário mínimo de 1.100 euros e um salário médio de 2.000 euros até 2029, reflete um compromisso sério com o aumento do rendimento disponível das famílias e a melhoria das condições de vida.
A Visão Transformadora do Governo AD

Fisco já devolveu mais de 200 milhões no IRS. Reembolso médio está nos 667 euros

Já foram pagos mais de 200 milhões de euros de reembolsos de IRS a 300 mil famílias, indica ao JE o Ministério das Finanças. O valor médio dos reembolsos pagos é 664 euros. E foram emitidas notas de cobrança de 35 milhões de euros a 82 mil contribuintes que terão de pagar um valor médio de 427 euros. Até esta terça-feira, foram entregues 1,8 milhões de declarações de IRS.
Fisco já devolveu mais de 200 milhões no IRS. Reembolso médio está nos 667 euros

“Ideal é adiantarmos menos ao Estado”, defende bastonária dos contabilistas certificados

Paula Franco argumenta que a retenção na fonte se deve aproximar o máximo possível do valor final do IRS, dado que o valor mais tarde reembolsado é, na prática, adiantado pelos contribuintes ao Estado. Surpresa dos portugueses quanto aos reembolsos revela falta de literacia financeira e desatenção aos múltiplos avisos no final do ano passado.
“Ideal é adiantarmos menos ao Estado”, defende bastonária dos contabilistas certificados