Um dos mais criativos designers franceses a viver em Portugal descobriu o savoir-faire dos artesãos do gesso. Em “Rostos/Visages”, Sam Baron resgata moldes antigos e dá-lhes asas.
Os mercados incorporaram de imediato o risco político em França e os investidores já estão a tratar a segunda maior economia da zona euro como um "emissor periférico", o que impacta no financiamento das empresas, destaca o economista António José Duarte ao JE.
França volta a ficar sem primeiro-ministro. Lecornu não aguentou um mês no cargo e Macron já aceitou pedido de demissão e está sob forte pressão para se demitir. "Dissolução ou renúncia", exige o partido de Le Pen. Demissão imediata, insiste Mélenchon.
A resposta deveria ser: todos nós. Porque não se trata apenas de recear uma invasão militar ou uma escalada nuclear. Trata-se de reconhecer que o maior perigo hoje é interno: é a erosão da confiança que mantém vivas as nossas democracias.
A UBS anunciou que resolveu a questão herdada relativa às suas atividades comerciais transfronteiriças em França entre 2004 e 2012. A multa foi sucessivamente reduzida e é de apenas cerca de 22% o valor inicialmente proposto por um tribunal de primeira instância.
Se o novo avança, isso quererá dizer que o primeiro-ministro Sébastien Lecornu está a testar a possibilidade de encontrar apoio parlamentar entre os socialistas, o que seria uma forte mudança em relação aos seus mais recentes antecessores. O homem mais rico de França é evidentemente contra e o célebre economista Thomas Piketty é evidentemente a favor.
O encontro mundial que servirá para aumentar o apoio global à Palestina não teve a presença dos Estados Unidos nem de Israel. O Estado hebraico chamou a cimeira de “circo”. 'Vingança' de Telavive pode passar pela anexação da Cisjordânia - e nem o Egito parece estar seguro.
"Chegou o momento (...). Declaro que hoje a França reconhece o Estado da Palestina", afirmou Macron, na abertura da conferência de alto nível sobre a solução dos dois Estados, copresidida por Paris e Riade.
Sem espaldar de qualquer espécie está o primeiro-ministro francês – o novo como o anterior – perante o assédio da direita e da esquerda, que lhe promete vida política curta. Macron, como antes dele Gorbatchov, é tão admirado no exterior das fronteiras francesas como é desprezado no seu interior. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
A DBRS poderá baixar a notação de crédito se o rácio dívida/PIB da França continuar a aumentar de forma sustentada em direção aos 125%, principalmente se combinado com uma carga de juros significativamente mais pesada.
Manter feriados e inverter os cortes previstos na saúde fazem parte do plano do novo primeiro-ministro francês. Mas a resposta das oposições não mudou: Lecornu é mais do mesmo. Mesmo assim, os socialistas podem ser uma primeira rutura nesse muro da oposição.
O centro presidencial está isolado, sem base social nem maioria parlamentar. A rua aproveita o vazio, e a história ensina-nos que, em França, quando a rua se levanta, o poder treme.
Mais do que um problema económico, a França tem dificuldades orçamentais, que se estão a transformar num imbróglio político, dada a actual fragmentação tripartida do sistema partidário.
Aliado de longo prazo não coloca em risco Macron. Orçamento carregado de austeridade vai para o lixo. Objetivo é tentar chegar a um consenso com os socialistas e deixar os extremos a falarem sozinhos no Parlamento.
Somente dois ciclistas portugueses (João Almeida e Joaquim Agostinho) conseguiram terminar no pódio nas três grandes voltas (Itália, França e Espanha), mas sem alcançarem o degrau mais elevado. Com três etapas para o final da Volta a Espanha João Almeida está a 40 segundos da liderança. Se conseguir vencer a prova seria um feito inédito para o ciclismo português.
A França enfrenta uma das piores crises do pós-guerra, num quadro em que não há uma solução política no seio da Assembleia Nacional. O presidente Emmanuel Macron vai ganhando tempo ao ritmo vertiginoso da máquina de ‘triturar’ primeiros-ministros, até ao momento aparentemente inevitável em que a extrema-direita tomará conta do poder. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
O novo primeiro-ministro enfrentará a tarefa quase impossível de unir o parlamento e encontrar formas de aprovar o próximo orçamento para cobrir um rombo orçamental de 44 mil milhões de euros. Será a França capaz de se reerguer politicamente e implementar reformas, ou veremos uma crise de maior alcance na UE?