Um dos mais criativos designers franceses a viver em Portugal descobriu o savoir-faire dos artesãos do gesso. Em “Rostos/Visages”, Sam Baron resgata moldes antigos e dá-lhes asas.
Voltamos ao slogan da revolução francesa porque pensamos que ele continua válido, como referência para uma nova intervenção no plano europeu que privilegie o reforço da integração na resposta aos problemas.
Macron vai ganhando tempo ao ritmo vertiginoso da máquina de ‘triturar’ primeiros-ministros, até ao momento aparentemente inevitável em que a extrema-direita tomará conta do poder. Qatar e Ucrânia são outros destinos nesta viagem conduzida pelos comentários do embaixador Francisco Seixas da Costa.
Trinta mil manifestantes foram para as ruas gaulesas protestar contra as medidas de austeridade e instabilidade política. Sétimo primeiro-ministro de Macron foi recebido com protestos no seu primeiro dia no cargo.
BCE deve manter taxas inalteradas, apesar de a segunda maior economia do euro estar sob pressão. Frankfurt vai atuar no mercado da dívida para ajudar a Gália? Para já, deverá evitar atuar, mas se pressão subir nos mercados poderá ter de agir.
Perante os protestos que ocorrem em todo o país o Governo de França confirmou que mobilizou 80 mil membros de forças de segurança. Novo primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que tomou posse na quarta-feira, substituindo Francois Bayrou, prometeu uma "quebra em substância e não só em forma" na governação do país.
“Devemos conseguir pôr fim a esta dupla fratura: a fratura entre a situação política e a fratura com o que os nossos concidadãos legitimamente esperam na sua vida quotidiana”, disse Lecornu num breve discurso após a cerimónia de transição, num dia marcado por protestos sociais em várias cidades francesas.
As Forças Armadas polacas informaram durante a madrugada que dezenas de projéteis russos entraram no espaço aéreo polaco, obrigando as defesas da Polónia a neutralizar alguns deles.
O impensável aconteceu: os investidores acreditam que a dívida francesa tem mais risco que a italiana. Primeiro teste de fogo de Macron chega na sexta-feira com a primeira agência de rating a emitir uma nota sobre o país. Franceses tomam hoje as ruas em protesto e prometem bloquear tudo. Aliado de longa data de Macron é o novo PM e vai reunir-se com a oposição para tentar chegar a acordo para Orçamento para 2026.
Macron escolheu um aliado de longa data para tentar trazer estabilidade política a um Parlamento bastante dividido. Já há críticas ao novo nome à esquerda e à direita.
Pierre Moscovici, o governador do Banco de França, os ministros das Finanças ou da Defesa, tecnocratas, nomes mais à direita ou à esquerda, Macron tem (aparentemente) uma lista extensa por onde escolher.
Diferença entre dívidas gaulesa e transalpina chegou a atingir 4 pontos na crise das dívidas soberanas. Há 3 anos ainda era de 2 pontos. Crise política gaulesa dá armas a Giorgia Meloni na relação tensa com Emmanuel Macron.
Movimento cívico comparado aos Coletes Amarelos vai para as ruas esta semana. Seguem-se os sindicatos. Macron promete novo primeiro-ministro nos próximos dias. Mercados vão castigar França perante impasse política. Próximo PM pode ser socialista.
Os analistas da XTB defendem que "o mercado já precificou" antes o facto de o governo de François Bayrou ter perdido o voto de confiança. "Mas os maiores riscos vêm do que pode acontecer nas próximas semanas ou meses", alerta a corretora.
O União Nacional (RN, extrema-direita), a sua líder, Marine Le Pen, e outras 11 pessoas, metade das quais condenadas em primeira instância, vão ser novamente julgados por desvio de fundos públicos, acusadas de terem criado um "sistema" entre 2004 e 2016 para pagar aos funcionários do partido com dinheiro do Parlamento Europeu. Os envolvidos no caso recorreram da sentença.
O INE divulga, esta segunda-feira, o índice de custos de construção de habitação nova em julho. Em França, o Parlamento vota moção de confiança ao governo do primeiro-ministro François Bayrou. A meio da semana, o INE apresenta os números da inflação em agosto.
Segundo Bayrou, o "destino de França" é decidido no dia 8 de setembro. "Quase todos os franceses sabem perfeitamente que um país endividado é um país que já não tem a sua soberania, que já não tem a sua liberdade”, afirmou, em declarações à imprensa francesa.
As ‘yields’ das obrigações do Tesouro de França e do Reino Unido atingiram esta semana máximos históricos nos prazos mais longos, o que fez disparar alarmes.
A segunda maior economia da zona euro está em crise, outra vez. As finanças públicas estão debilitadas e deverá ficar novamente sem governo. Os mercados mostram-se instáveis com as soluções que podem sair da gestão política feita por Emmanuel Macron. A Europa também sustém a respiração com receio do descalabro da Quinta República.