O desafio dos próximos quatro anos será construir uma política menos dependente de sobrenomes, salvadores e algoritmos e mais comprometida com ideias, instituições e perspectivas de longo prazo.
A nossa missão deve ser mitigar e contornar os efeitos das crises vividas, preparando o futuro para a prosperidade. A ajuda da Europa é uma grande oportunidade.
A reformulação da globalização, com as inevitáveis alterações nas cadeias de produção e de logística, não será seguramente desfavorável ao nosso interesse nacional.