O desafio dos próximos quatro anos será construir uma política menos dependente de sobrenomes, salvadores e algoritmos e mais comprometida com ideias, instituições e perspectivas de longo prazo.
A ideia de ser o próprio Estado a patrocinar o maior investimento público do século para concentrar ainda mais tráfego aéreo na capital é o maior contributo para a macrocefalia reinante.
Por favor, surpreendam-nos e motivem-nos como se o 50º aniversário do 25 de Abril fosse um recomeçar virtuoso da nossa democracia e da afirmação das políticas, na sua saudável diversidade.
O que se impõe é que, nas próximas dez semanas até 10 de março, dia de eleições legislativas, haja mais debate de ideias e planos de reformas estruturais.
A IA pode ser útil ao ajudar a marca a obter uma compreensão mais clara dos desafios que precisa resolver, contribuindo para desenvolver estratégias eficazes e orientadas para melhorar a experiência do utilizador.
É fundamental existir coordenação entre as diversas funções e o departamento financeiro, pois conhecer a posição de tesouraria em tempo real é essencial para tomar decisões informadas.
Há muitas empresas que continuam a ser relevantes para um futuro com baixas emissões de carbono, mas que precisam de demonstrar que a sua transição está na direção certa.
A União Europeia já definiu os critérios científicos que asseguram que uma atividade económica é verde, ou seja, que está alinhada com a transição para uma economia neutra em carbono.
Todos reconhecem que um sistema educativo de qualidade é uma precondição para o crescimento económico e social, mas é mais difícil estabelecer o que significa e como deve ser medida a “qualidade”.
Há uma procura crescente de experiências omnicanal, flexíveis e unificadas. Um modelo que também permite às organizações conceber estratégias mais eficazes para oferecer aos consumidores a melhor relação qualidade/preço.
A abertura de espírito é uma virtude rara que deve ser cultivada. Começando em nós mesmos e nas nossas instituições. Não basta constatar que os outros parecem não querer ouvir. É também preciso escutar quem normalmente não é ouvido.
Não é com burocracia, desentendimentos, sobretudo subterrâneos, como na energia em que se reconhece a nuclear como limpa e depois se boicota a legislação, que a UE avança.
Cabe às empresas mostrar que sabem medir emissões de CO2, que as medem efetivamente, que sabem como as reduzir, seja por substituição ou por compensação, e como estão a contribuir para a meta europeia.
É precisamente o aviso holandês que devemos ter em conta para o futuro da economia portuguesa, nomeadamente para os potenciais malefícios da dependência excessiva do turismo.
Perante uma taxa de crescimento natural muito insuficiente, a promoção do turismo e a abertura efetiva a pessoas e capitais é um dos poucos caminhos para o futuro do país.
Num amanhã que está muito perto, as candidaturas a uma vaga de emprego não terão só em conta o salário, os bónus, as políticas de retenção de talento, mas também as políticas de ESG. Vai ser um selo de qualidade.