O recuo do online não significa o fim do comércio eletrónico. Significa o fim da sua fase de crescimento fácil. O consumidor continua a comprar, mas escolhe melhor onde, como e porquê.
Assim, nesta efeméride relembra-se mundialmente a importância de existirem leis que protejam o consumidor nas relações de consumo e o seu papel nos diferentes mercados.
Quando compra um “novo” smartphone a preços mais competitivos, o mercado de recondicionados assume um importante papel na economia circular, tanto porque contribui para reduzir o lixo eletrónico e impacto deste no ambiente, como porque reintroduz dinheiro no mercado.
Há alguns anos o consumidor temia os produtos sem marca ou marca branca. Comprar um produto de marca própria era sinónimo de compra de menor qualidade. Este é um mito de consumo que urge esclarecer!
O cenário que herdamos permite-nos ter a expetativa de um crescimento em 2023 de pouco mais de 1%, muito provavelmente, sustentado pela dinâmica da evolução das exportações.
Através de células dos animais, a Good Meat cultiva frango e carne de vaca que são servidos em restaurantes em Singapura. Para escalar a capacidade de produção, esta startup americana está a construir novos biorreatores nos Estados Unidos.
Sei que é anticlímax o que estou a sugerir, mas estamos alegremente a destruir-nos – a nós e ao planeta Terra – e continuamos a fingir que está “tudo bem”.
Os 6 D's são uma reação em cadeia de progressão tecnológica, um mapa para o rápido desenvolvimento que leva a enormes reviravoltas e oportunidades e que, num contexto de crescimento tecnológico, é exponencial. Pessoas e organizações tentam acompanhar o ritmo.
A redução do poder de compra controla o consumo, mas também faz com que as empresas portuguesas, cuja esmagadora maioria produz para o mercado interno, se vejam limitadas no seu crescimento.
A exclusão digital é cada vez mais diminuta, e o mundo mudou em rede social. O tema agora é o estar atento aos perigos da sociedade digital em que vivemos. Mas esta nova tendência transversal às gerações veio para ficar.
Não chega fazer apelos reiterados para um uso mais racional e poupança de água, por parte dos cidadãos. É tempo de exigir uma gestão eficiente e responsável por parte das entidades gestoras dos serviços de abastecimento público de água.
O que está a ocorrer é uma catástrofe, e o bem comum impõe que se reforme e se invista no SNS. Existindo, estou certo (digo-o sem qualquer ironia), um consenso nacional sobre esta necessidade, o que o impede, afinal?
A realidade não coincide com o otimismo dos profissionais de turismo, após o Conselho Mundial de Viagens e Turismo ter afirmado esta semana que o sector de viagens e turismo vai impulsionar a recuperação económica em Portugal.
Economizar energia em casa é uma forma de prevenir eventuais constrangimentos de abastecimento no próximo inverno, face à atual crise energética, assegurando ao mesmo tempo a redução do valor da fatura.
Tendo presente a Teoria Económica, a mensagem para a Europa é simples: para controlar a inflação sem o euro cair demasiado, a taxa de juro vai ter de subir.