Preço das casas sobe 1% na Madeira

O preço das casas na Madeira ficou em 2.483 euros por metro quadrado.

Preço das casas sobe 1% na Madeira
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O preço das casas na Madeira subiu 1%, em abril, para os 2.483 euros por metro quadrado, em comparação com o mês anterior, de acordo com a Idealista. Verificou-se uma subida de 2,8% e de 20% em termos trimestral e anual.

“Os preços da região subiram em São Vicente (8%), Santana (3,3%), Calheta (3,2%), Ribeira Brava (2,2%), Funchal (2%) e Machico (0,8%). Na Ponta do Sol (0,1%), Câmara de Lobos (-0,1%) e Santa Cruz (-0,3%) os preços mantiveram-se estáveis neste período”, refere a Idealista.

“O município mais caro para comprar casa é o Funchal (2.897 euros/m2), seguido por Calheta (2.594 euros/m2), Ribeira Brava (2.186 euros/m2), Ponta do Sol (2.010 euros/m2), Câmara de Lobos (1.997 euros/m2) e Santa Cruz (1.794 euros/m2). Os mais económicos são Santana (1.274 euros/m2), São Vicente (1.380 euros/m2) e Machico (1.443 euros/m2). As casas no Porto Santo subiram 0,7% durante o mesmo período analisado, fixando o preço do metro quadrado em 1.870 euros/m2”, acrescentou a Idealista.

Por cidades capitais de distrito verificaram-se subidas em Vila Real (5,7%), Braga (3,6%) e Portalegre (3,2%), Évora (2,9%), Viseu (2,4%), Faro (2%), Funchal (2%), Lisboa (1,8%), Porto (1,7%), Viana do Castelo (1,5%), Guarda (1,4%), Beja (1,1%), Coimbra (1,1%), Aveiro (0,9%) e Setúbal (0,8%). Existiram quebras em Ponta Delgada (-0,2%), Santarém (-1,9%), Castelo Branco (-1,7%), Leiria (-0,9%) e Bragança (-0,6%).

“Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 5.285 euros/m2. Porto (3.387 euros/m2) e Funchal (2.897 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares. Seguem-se Faro (2.686 euros/m2), Aveiro (2.500 euros/m2), Setúbal (2.265 euros/m2), Évora (2.074 euros/m2), Braga (1.778 euros/m2), Coimbra (1.757 euros/m2), Ponta Delgada (1.755 euros/m2), Viana do Castelo (1.601 euros/m2), Viseu (1.350 euros/m2) e Leiria (1.308 euros/m2). Já as cidades mais económicas são Portalegre (719 euros/m2), Guarda (801 euros/m2), Castelo Branco (830 euros/m2), Bragança (873 euros/m2), Beja (956 euros/m2), Santarém (1.096 euros/m2) e Vila Real (1.260 euros/m2)”, diz a Idealista.

Por distritos/ilhas existiram subidas em Vila Real (3,7%), Faial (3,5%), Viseu (3,2%), Braga (2,9%), Beja (2,5%), Coimbra (2,3%), Évora (2,1%), Castelo Branco (1,9%), Porto (1,8%), Viana do Castelo (1,7%), ilha da Madeira (1,1%), Aveiro (1%), ilha de São Miguel (1%), Faro (0,9%), Lisboa (0,9%), Bragança (0,7%), Porto Santo (0,7%), Setúbal (0,4%).

Em Leiria mantiveram-se estáveis. E verificaram-se quebras em Santarém (-0,1%), Pico (-6%), ilha Terceira (-1,9%), Portalegre (-1,4%) e Guarda (-1,4%).

“O ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (3.869 euros/m2), seguido por Faro (3.130 euros/m2), ilha da Madeira (2.492 euros/m2), Porto (2.445 euros/m2), Setúbal (2.337 euros/m2), Évora (1.930 euros/m2), ilha de Porto Santo (1.870 euros/m2), Aveiro (1.674 euros/m2), Braga (1.575 euros/m2), ilha de São Miguel (1.527 euros/m2), Leiria (1.474 euros/m2), Viana do Castelo (1.356 euros/m2), Coimbra (1.354 euros/m2), ilha do Faial (1.261 euros/m2), ilha do Pico (1.205 euros/m2), Santarém (1.055 euros/m2), ilha Terceira (1.051 euros/m2), Beja (972 euros/m2), Viseu (969 euros/m2) e Vila Real (962 euros/m2). Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (635 euros/m2), Guarda (661 euros/m2), Castelo Branco (774 euros/m2) e Bragança (869 euros/m2)”, sublinha a Idealista.

Por regiões verificaram-se subidas no Norte (2%), Centro (1,8%), Região Autónoma da Madeira (1%), Algarve (0,9%), Alentejo (0,9%) e Área Metropolitana de Lisboa (0,7%), e a Região Autónoma dos Açores teve uma quebra de 1,2%.

“A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.490 euros/m2, continua a ser a região mais cara para adquirir habitação, seguida pelo Algarve (3.130 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (2.483 euros/m2) e Norte (2.096 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (1.379 euros/m2) e o Alentejo (1.544 euros/m2) que são as regiões mais baratas para comprar casa”, diz a Idealista.

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