O preço da habitação teve uma subida de 0,6%, na Madeira, em outubro, para os 2.296 euros por metro quadrado, de acordo com a Idealista. Em termos trimestrais e anuais o aumento foi de 4,4% e de 23%.
O município mais caro para compra de casa é o Funchal (2.583 euros/m2), seguido por Calheta (2.246 euros/m2), Câmara de Lobos (1.894 euros/m2) e Ribeira Brava (1.797 euros/m2).
Os municípios com o preço da habitação mais barato são Santana (1.149 euros/m2), São Vicente (1.242 euros/m2), Machico (1.380 euros/m2), Santa Cruz (1.494 euros/m2) e Ponta do Sol (1.624 euros/m2).
Em termos percentuais as maiores subidas no preço da habitação vão para os municípios de Santana (5,7%), Porto Santo (4,4%), São Vicente (3,6%), Calheta (1,8%), e verificaram-se quebras em Machico (-2,8%) e Ribeira Brava (-1,3%).
Funchal é o terceiro mais caro do país
Nas capitais de distrito Lisboa é o local com o preço mais elevado para compra de casa com 5.084 euros/m2, seguido pelo Porto (3.173 euros/m2) e Funchal (2.583 euros/m2).
Os locais mais baratos para compra de habitação são Portalegre (660 euros/m2), Castelo Branco (798 euros/m2), Bragança (810 euros/m2).
Em termos percentuais as maiores subidas vão para Coimbra (4,8%), Santarém (4,1%) e Beja (3,9%), em termos de capitais de distrito.
Verificou-se uma quebra de 0,2% em Vila Real.
Madeira tem o terceiro preço mais elevado
Por distritos e ilhas o local mais caro foi Lisboa (3.812 euros/m2), seguido por Faro (2981 euros/m2), Porto (2.382 euros/m2), ilha da Madeira (2.312 euros/m2).
Entre os mais baratos estão Portalegre (641 euros/m2), Guarda (664 euros/m2), Castelo Branco (720 euros/m2).
Em termos percentuais o maior aumento foi para a ilha do Faial (7,3%), Beja (4,6%) e ilha do Porto Santo (4,4%).
As maiores descidas foram para ilha de São Jorge (-15,8%), ilha Terceira (-1,2%), Vila Real (-1%).
Por regiões a Área Metropolitana de Lisboa é a mais cara ao atingir os 3.447 euros/m2, e é seguida pelo Algarve (2.981 euros/m2), e Região Autónoma da Madeira (2.296 euros/m2).
Em termos percentuais a maior subida vai para Alentejo (6,4%), Algarve (2,8%), e Região Autónoma dos Açores (1,5%).